domingo, 29 de setembro de 2019

Convento de Cristo em Tomar

Tomar já foi palco de alguns encontros postcrossing tenho por isso alguns postais assinados por alguns postcrossers amigos. O 1º postal foi enviado em Abril do ano passado pelo Rui e também assinado pelo Zé, pela Paula, pela Edite e pela Vitória. 
A minha última vez em Tomar foi em Outubro de 2017 mas em Agosto de 2010 já lá tinha estado com a Susana e foi nessa altura que visitei o Convento de Cristo pela primeira vez e enviei o 2º postal. 
O 3º postal apesar de ser de Tomar, foi enviado  e assinado em Setúbal durante um outro encontro onde esteve a Luzia.

Fotografia: Oswaldo Santos
"O Convento de Cristo, em Tomar, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede.
Sob Infante D. Henrique o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557).
Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.

Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca.
Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos. - in: http://www.guiadacidade.pt/portugal/poi/13760/14/convento-de-cristo-em-tomar
Está classificado pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade desde 1983.

Guia Turístico do Norte
A mais simbólica das cinco janelas do Coro Baixo da igreja do Convento (o simbolismo do conjunto das cinco janelas manuelinas adensa-se se se pensar nos cinco impérios/5º Império e no Pentecostes). Expoente máximo da Arte Manuelina tornou-se um ícone do património português recheado de alusões às Descobertas e à História de Portugal. Pela profusão dos elementos decorativos manuelinos característicos e intenso simbolismo, é referência da Arte portuguesa. A fachada em que está incrustada é uma imensa peça artística que lhe complementa o significado e vinca outras alusões, incluindo a de que os tabuleiros da Festa dos Tabuleiros tivessem sido inspirados nos botaréus que ladeiam aquele espaço. - in: http://www.cm-tomar.pt/index.php/pt/convento-cristo

Encontro em Lisboa

Poucos dias depois do encontro em Ribamar houve mais um em Lisboa. Mais um encontro, mais postais a chegar a várias caixas de correio. À minha chegaram estes bonitos postais enviados pelo João, pelo Zé e pela Joana. 

® Fotografia: JAMP
Al-zuleique é a palavra árabe que originou o português azulejo e designava a "pequena pedra lisa e polida" usada pelos muçulmanos, no tempo da Idade Média. A forma como usavam os azulejos para decorar chão e paredes agradou aos reis portugueses e ganharam um lugar privilegiado na arquitetura a partir do século XV. Podemos dizer que Portugal os adotou de forma ímpar, como em nenhum outro país europeu.

Foi no século XVIII que o azulejo "invadiu" igrejas e conventos, palácios e casas, jardins, fontes e escadarias. Com padrões geométricos, contando histórias da vida de santos ou temas profanos como as fábulas de La Fontaine, por vezes legendados como uma versão antiga de banda desenhada, tornou-se um dos principais elementos decorativos portugueses.

Viajar pelo país é visitar um autêntico museu vivo da azulejaria mas é no Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, que se pode conhecer de forma única toda a sua história e a evolução técnica e artística, desde os primeiros tempos até à produção contemporânea.
Em pleno século XXI, o azulejo continua a ser usado com notoriedade pelas correntes mais vanguardistas marcando a arte pública. - in: https://www.visitportugal.com

Encontro em Ribamar

Há poucos dias a Luzia esteve de férias na Europa e veio encontrar-se com alguns amigos postcrossers cá em Portugal. Desta vez, com muita pena minha, não consegui encontrar-me com ela. Aguardo um regresso a Portugal ou uma nova visita minha ao Brasil.
Como disse antes, estas últimas semanas foram ricas em encontros. Uns com mais outros com menos pessoas mas sempre com muita animação. Estes dois postais são de um encontro em Ribamar e foram enviados pelo Zé e pela Luzia.

© Grafipost - Editores & Artes Gráficas Lda

O forte de Santa Susana, a sul da praia de São Lourenço, foi construído no século XVII por ordem de D. João IV, para defesa contra piratas que atacavam a costa; juntamente com o Forte Picoto fez parte das Linhas de Torres (conjunto de fortificações que visavam a defesa de Lisboa durante as invasões francesas); serviu também de aquartelamento até 1948, quando passou para a Guarda Fiscal. Ao seu redor observam-se parapeitos e as canhoneiras abertas já no século XIX . - in: wikipédia


© Grafipost - Editores & Artes Gráficas Lda
Não descobri grande coisa sobre este moinho, apenas que se situa na freguesia de Santo Isidoro. 

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Alentejo

Não conheço o litoral alentejano mas já andei várias vezes pelo interior. Há 2 anos passei uma semana das minhas férias de verão por terras alentejanas. Andei a apanhar muito calor e um escaldão pelos distritos de Évora e Beja. 
Tal como o postal de Vila Nova de Milfontes, este também foi enviado pela Ana. 

© Casa dos Postais / © Foto: Sandro Cabrita
O Alentejo é a bela e vasta região que cobre mais de 30% de Portugal. É caracterizada por colinas suaves, cidades fortificadas históricas e intenso calor do verão. 
Ao explorar o Alentejo podemos desfrutar das praias no oeste, das cidades históricas no leste e entre um lado e outro, conduzir devagar nas estradas vazias, apreciar os campos de oliveiras, girassóis e parar nas vilas pacatas. 

Vila Nova de Milfontes

Já considerei várias vezes a hipótese de ir a Vila Nova de Milfontes mas até hoje ainda não aconteceu. Tenho de remediar isso porque não conheço o litoral alentejano. 

© Edição Vistal * Foto ©, Art and concept: G. A. Wittich
Vila Nova de Milfontes, também apelidada de Princesa do Alentejo, é uma vila situada no concelho de Odemira. Esta é uma vila de pequenas proporções que está localizada em pleno Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. 

Cabo de São Vicente

Nas últimas semanas foram muitos os encontros Postcrossing a acontecer desde Lisboa ao Algarve e muitos postais a chegar à minha caixa de correio. 
No Algarve o Tiago juntou-se mais uma vez ao Paulo e à Ana para mais um encontro mensal e desta vez tiveram uma convidada extra, a Raquel. O último destes postais é o que eles assinaram para mim. Para além do postal do Tiago, também aqui estão postais enviados pela Vitória, pela Leninha, pelo Zé Pombal e pela Carla.

Cabo de São Vicente, na freguesia de Sagres, é o ponto mais a sudoeste de Portugal e da Europa continental. Até ao século XIV era considerado o fim do mundo conhecido. 
Segundo a lenda, o nome deste cabo está ligado à história de um diácono ibérico martirizado do século IV, São Vicente, cujo corpo foi trazido para terra aqui. Um santuário foi erguido sobre seu túmulo; de acordo com o geógrafo árabe Al-Idrisi, sempre foi guardado por corvos. O rei Afonso Henriques (1139–1185) mandou exumar o corpo do santo em 1173 e levou-o de navio para Lisboa, sempre acompanhado pelos corvos. Esta transferência das relíquias está representada no brasão de armas de Lisboa.

© Michael Howard photography www.mikehowardphoto.com
Neste cabo encontra-se a Fortaleza de São Vicente, erigida no século XVI para proteger a costa dos frequentes ataques de piratas mouros. Surgiu no local onde se encontrava um convento medieval, que segundo a lenda teria acolhido os restos mortais de São Vicente.
Trata-se de uma construção militar de planta poligonal com um portal de entrada encimado por escudo real e que possuía ponte levadiça. - inhttps://www.visitalgarve.pt

Para além da fortaleza, podemos visitar também o farol. 
O farol do Cabo São Vicente ou Farol de D. Fernando, foi mandado erigir por D. Maria II, tendo entrado em funcionamento em Outubro de 1846. Era iluminado a azeite e o carácter da luz era de dois clarões de dois segundos a cada dois minutos de período, sendo que o alcance luminoso rondava as seis milhas náuticas.
O farol foi, depois, votado ao abandono por vários anos, atingindo um estado de quase ruína.
Em 1897, devido ao estado precário do farol e do pouco rendimento da sua luz, iniciaram-se os trabalhos de remodelação.  As obras duraram 11 anos e em 1908 o farol começou a trabalhar com um novo aparelho, hiper-radiante.

Em 1914 foi instalado um sinal sonoro e em 1926 foram instalados motores-geradores para permitir a substituição da lanterna a vapor de petróleo por uma lâmpada eléctrica. Dadas as exigências da Segunda Guerra Mundial, em 1947 foram-lhe instalados painéis deflectores, tornando-se, assim, num farol aeromarítimo e em 1948 foi ligado à rede pública de energia eléctrica. Um ano depois, foi instalado em rádio farol que funcionou até 2001. Em 1982 foi automatizado e tornou-se controlador do Farol de Sagres. - in: wikipédia

poster XXL
O Tiago escolheu este postal porque este local lhe traz memória da minha visita ao Algarve há 2 anos. Durante um dia ele foi o meu guia e levou-me a alguns locais icónicos do barlavento algarvio, o Cabo de São Vicente foi precisamente um deles locais. Não estava nos meus planos ir até lá, foi por isso uma bela surpresa e um dia muito bem passado na companhia do Tiago.  

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Velho pescador

Há postais que nos lembram certas pessoas e várias pessoas lembram-se de mim quando vêem postais com velhotes. Foi mais uma vez o caso da Inês Brito, que já me enviou outros postais dedicados à 3ª idade. Assim que me lembre, já me mandou um velhote com um burro, um velhote a vender peixe e agora é um pescador. 

© Edição Vistal * Foto: W. Müller / Art and concept: G. A. Wittich
Os baixos salários, as restrições à captura e a concorrência da náutica de recreio estão a fazer baixar o número de pescadores em Portugal, sobretudo no Algarve, região onde, desde 2001, o número caiu para metade.
De acordo com dados divulgados pela Pordata, existem 17.642 pescadores em Portugal, grupo profissional que tem vindo a diminuir desde 2001 em todas as regiões do país, com o Algarve no topo da lista, região na qual se registou uma redução de 56% de pescadores entre 2001 e 2017.
De acordo com os mesmos dados, verifica-se também uma alteração da concentração geográfica do número pescadores em Portugal: em 2001, era no Algarve e no Norte onde se encontravam grande parte dos pescadores; em 2017, quase metade dos pescadores de Portugal encontram-se nas regiões do Norte e Centro (26% e 23%, respetivamente). - inhttps://jornaleconomico.sapo.pt

Monthly Fav. Surprise RR * Agosto '19

Eu não tinha dito que os postais dos últimos dos meses deste RR tinham sido bons? As meninas que enviaram estes postais souberam escolher. Vieram da Coreia do Sul, dos EUA, da Alemanha e do Japão. 

A Hwa enviou-me este postal que estava nos meus favoritos. Há postais que me dão logo vontade de viajar e este é um deles. Se calhar devia colocar a Coreia na minha já tão falada lista de locais a visitar.
Se quiser visitar este templo, tenho de ir ao Parque Provincial de Moaksan. Este edifício é o Salão Mireukjeon que faz parte do Templo Geumsansa. Este templo foi estabelecido no primeiro ano do rei Beop do reino de Baekje (599 d. C). 
O Salão Mireukjeon é uma estrutura de três andares em madeira. O Mireukjeon abriga um grande Buda Mireuksa (Buda do Futuro). O salão foi (re) construído em 1635. O primeiro andar é chamado Daejabojeon ("Salão da Grande Misericórdia e Tesouro"), o segundo Yonghwajihoe ("Reunião de Dragão e Beleza") e o terceiro Mireukjeon ("Salão de Maitreya" )
Mireukjeon é construído usando um estilo de vigas múltiplas, onde as vigas dos beirais não são apenas colocadas acima dos pilares que sustentam os beirais, mas também entre os pilares de sustentação.

Photo by Mike Jones © Smith-Southwestern
A Igreja da Missão San Francisco de Asis é uma igreja histórica e arquitetonicamente significativa na praça principal de Ranchos de Taos, Novo México. Construída entre 1772 e 1816, quando o Novo México fazia parte da Vice-Realeza da Nova Espanha, é um dos melhores exemplos existentes de uma igreja missionária colonial espanhola no Novo México (...). 
Todos os anos em Junho, os paroquianos e voluntários da comunidade reúnem-se para re-rebocar a igreja em adobe. É feita uma lama espessa com uma mistura de argila, areia, palha e água, que é aplicada à superfície, camada após camada, para tornar a estrutura resistente aos elementos.
Postal enviado pela Sandra.

© Schöning Verlag
A Dagmar também me enviou uma igreja. 
A Catedral de Fulda é a antiga igreja da abadia de Fulda . Desde 1752, também é a catedral da diocese de Fulda. A abadia foi dissolvida em 1802, mas a diocese e sua catedral continuaram. 
A catedral constitui o ponto alto do barroco no distrito de Fulda e é um símbolo da cidade.

O último postal, enviado pela Yuka, mostra a maior ponte pedonal de madeira do mundo. Localizada na cidade de Shimada, no Japão, a Ponte Hōrai, é uma ponte pedonal de madeira sobre o rio Ōi, localizada na cidade de Shimada. Foi construída em 1879. Com um comprimento de 897.422 metros, a ponte foi registrada no Guinness Book of Records em 1997.

Monthly Fav. Surprise RR * Julho '19

Os postais dos meses de Julho e Agosto deste RR foram especialmente bonitos e de boa qualidade. Em Julho vieram da Escócia, do Brasil (enviado da China), dos EUA e da Finlândia. 

© copyright www.allanrightphoto.com
A Sabine é alemã, vive em Inglaterra mas a parte que mais gosta do Reino Unido é a Escócia. Até agora, os 3 postais que já me enviou, foram todos de lá. Este é do Castelo Urquhart, um dos mais visitados na Escócia. 
Em posição dominante sobre as águas do famoso Lago Ness, este, que já foi o maior castelo da Escócia, faz parte de dos mais belos cenários das Terras Altas escocesas. 
As ruínas actuais datam dos séculos XIII a XVI. Construído no século XIII, Urquhart desempenhou um papel nas Guerras da Independência Escocesa no século XIV. Posteriormente, foi mantido como um castelo real e foi invadido em várias ocasiões pelos MacDonald. O castelo foi concedido ao Clã Grant em 1509, embora o conflito com os MacDonalds continuasse. Apesar de uma série de novas invasões, o castelo foi fortalecido, embora tenha sido abandonado em meados do século XVII. Urquhart foi parcialmente destruído em 1692 para impedir o seu uso pelas forças jacobitas. 

Foto: Waldemir A. Oliveira
A Catherine é da China, vive na China mas decidiu enviar um postal brasileiro. A Igreja de Stª. Generosa está localizada em São Paulo. A construção começou em 1915 e as obras continuaram durante quase 20 anos, até que chegou a notícia de que o local onde estava a igreja iria ser desapropriado devido às obras de urbanização da cidade. Em 1945, as obras foram paralisadas mas a chegada do novo pároco Alberto Baccilique e a não expropriação da igreja, as obras continuaram e a paróquia foi inaugurada em 1950.
Durante 17 anos, tudo correu como planeado, mas em 1967 a igreja começou a ser demolida para a passagem de uma estrada do Metro de São Paulo.
Em 27 de Setembro de 1970, foi inaugurada a nova igreja. Da igreja antiga, foram usados 40 vitrais italianos, lustres e a grande porta central.

photograph by Mimi MacDonald
Uma igreja para a categoria das igrejas fofas, se é que este adjectivo se pode aplicar a igrejas. Eu aplico. A igreja fofa está localizada em Lenox, Massachusetts, e o postal foi enviado pela Jennifer. 
Construída em 1805, é uma das poucas igrejas sobreviventes do período federal na região. A sua congregação, reunida em 1769, pertence à Igreja Unida de Cristo (...). A igreja entrou para a lista do Registro Nacional de Lugares Históricos em 1982. 

A igreja de Hämeenlinna foi projectada pelo arquitecto Louis Jean Desprez em 1789 e construída entre 1792-1798. 
Este mês realiza-se na cidade um grande evento dedicado aos postais e depois do evento vai haver um encontro Postcrossing.
O postal foi enviado pela "marzze".

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

US-6121545

Passei várias semanas sem receber postais oficiais, hoje em dia que é suposto ser de azar, recebi dois. Este, no entanto, chegou dos EUA há quase dois meses. 

Photo by Mike Jones © Smith-Southwestern, Inc. 
US-6121545, enviado pela Barbara.
Com 2333 metros de altitude, a montanha Four Peaks, é um marco proeminente no horizonte oriental de Phoenix. Durante a maioria dos invernos, Four Peaks oferece a grande parte da área metropolitana de Phoenix uma vista dos seus picos cobertos de neve.

Encontro da Festa Junina - Brasil

Em Junho os amigos postcrossers do Brasil estenderam as festas dos Santos Populares, por lá, Festa Junina, até ao mês de Julho, altura em que realizaram mais um encontro em São Paulo. Tal como de costume, os postais do encontro foram enviados pela Valéria e pela Luzia. 


Postcard design by freepik.com and Paloma Miranda 
A origem das Festas Juninas é pagã. Ainda antes da Idade Média, as celebrações anunciavam o solstício de verão e de inverno e homenageavam os deuses da natureza e da fertilidade.
A igreja acabou aderindo às festas atribuindo-lhes um caráter religioso, uma vez que não conseguia acabar com a sua popularidade.
No Brasil, as festas juninas foram introduzidas pelos portugueses no período colonial e, desde então, a comemoração sofreu influências das culturas africanas e indígenas e, por isso, possui características peculiares em cada parte do Brasil. - in: https://www.todamateria.com.br/festas-juninas/

Postcard design and layout: Léia Guimarães. Illutrations source: Freepik
Numa Festa Junina não pode faltar comidas e bebidas (pipoca, paçoca, pé de moleque, canjica, cachorro-quente, pamonha, curau, bolo de milho, arroz-doce, pinhão, cuscuz e tapioca. Já as bebidas mais tradicionais são: vinho quente e quentão); danças (forró e quadrilha); balões, fogueiras e algumas brincadeiras.