quinta-feira, 28 de abril de 2016

Dresden - Alemanha

Dresden também está na minha lista de cidades a visitar na Alemanha. Com tantas cidades alemãs na minha lista, devia pensar numa ida à Alemanha numas próximas férias. É uma hipótese. 
O 1º destes postais foi-me oferecido por um amigo, o segundo foi enviado pela Sandra e o 3º é um oficial que chegou a semana passada.

Nuremberga foi a segunda cidade alemã mais bombardeada durante a Segunda Guerra Mundial e Dresden foi a primeira. Antes da guerra é chamada de "Florença do Elba" e era considerada uma das cidades mais bonitas do mundo devido à sua arquitectura e museus. 

Nos últimos meses da II Guerra Mundial, bombardeiros aliados da Força Aérea Real Britânica e da Força Aérea do Exército dos Estados Unidos realizaram vários bombardeamentos na cidade de Dresden. Começando na noite de 13 de Fevereiro de 1945, mais de 1.200 bombardeiros fizeram descer sobre a cidade cerca de 4.000 toneladas de bombas de fragmentação e incendiárias  em quatro ataques sucessivos. Estima-se que 25.000 pessoas foram mortas nos bombardeamentos e nos incêndios que se seguiram. Mais de 75.000 habitações foram destruídas, juntamente com monumentos únicos da arquitectura barroca no centro histórico da cidade.

 Foto: F. Ihlow, H. Voigt, F. Exss, Verlag
Apesar da destruição causada pela guerra, a cidade conseguiu reerguer-se, restaurando e reconstruído muitos dos seus edifícios.
Os edifícios barrocos e renascentistas do centro histórico, juntamente com o vale do rio Elba, fizeram com que a cidade e o vale fossem classificados como Património Mundial da Humanidade. No entanto essa classificação foi retirada em 2009.

© Schöning GmbH & Co. KG
DE-5174131, enviado pela Manuela.
Durante 5 anos a cidade de Dresden e o Vale do Elba foram internacionalmente reconhecidos como lugares de importância cultural pelo Comité do Património Mundial. Depois de colocada na lista do Património Mundial em perigo em 2006, o estatuto de património mundial da cidade foi oficialmente retirado em 2009, devido à violação intencional da Convenção do Património Mundial da Unesco, após a construção de um ponte rodoviária sobre o vale, ainda dentro do centro histórico da cidade.
Este foi o 1º lugar Europeu a perder o título de Património Mundial e o 2º no mundo inteiro.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Nuremberga - Alemanha

Já devo ter dito antes que Nuremberga é uma das cidades alemãs que gostaria de visitar. A 1ª coisa que me vem à cabeça ao pensar nesta cidade é a Segunda Guerra Mundial e não é de estranhar, Nuremberga foi a 2ª cidade alemã mais bombardeada durante a guerra. Foi também nesta cidade que aconteceram inúmeros comícios do Partido Nazi e após a guerra realizaram-se aqui os Julgamentos de Nuremberga, nos quais foram sentenciados os criminosos de guerra da Alemanha Nazi.
O primeiro postal, um oficial, mostra bem a destruição causada pelos bombardeamentos durante a Segunda Guerra e o segundo postal, enviado pela Ina, mostra a Igreja de Nossa Senhora.

 Fotos: © Stadtarchiv Nürnberg A 41 Nr. 114-7 und Bildagentur Huber
DE-5012078, enviado pela Silke.
Actualmente é difícil imaginar, que Nuremberga no final da Segunda Guerra Mundial em 1945, fosse um amontoado de escombros. O centro histórico foi destroçado durante o ataque aéreo dos aliados em 2 de Janeiro de 1945.
Apesar da enorme destruição da cidade durante a Segunda Guerra Mundial, a maioria das construções medievais foram reconstruídas a partir de planos originais existentes desde a Idade Média. Meio século depois, a cidade é considerada um dos melhores exemplos de reconstrução do pós-guerra em toda Alemanha. 

© 2008 by an SICHTEN verlag
A igreja de Nossa Senhora de Nuremberga é um bom exemplo do gótico báltico, também conhecido como gótico do tijolo.  Foi construída por iniciativa do Imperador do Sacro Império Romano Carlos IV, entre  1350 e 1358. 
A igreja contém muitas esculturas e numerosas obras de arte da Idade Média. 

Palácio Novo de Schleissheim - Alemanha

O Palácio Novo é um dos três palácios que formam o complexo do palácio de Schleissheim, situado na cidade de Oberschleissheim, perto de Munique. Foi erguido pelos soberanos da Baviera como residência de Verão, formando um dos mais importantes conjuntos Barrocos da Alemanha. 
Este postal foi enviado pela Christine.

O Palácio Novo de Schleissheim foi construído entre 1701 e 1726 por ordem do Príncipe-Eleitor Maximiliano II Emanuel da Baviera, no seu regresso do exílio na França, segundo os planos de Enrico Zuccalli que trabalhou com o pintor Francesco Rosa. 

© Schöning GmbH & Co. KG
Originalmente, estava previsto incluir o Velho Palácio, modificado, numa residência de estilo Barroco comportando quatro alas. Apesar de ter sofrido várias modificações, este plano não foi realizado devido aos custos. Além disso, a Guerra da Sucessão Espanhola, que durou 12 anos, travou o avanço do projecto e, por outro lado, uma parte da fachada do lado do jardim desmoronou no decorrer dos mesmos. A fachada e a decoração interior foram realizadas, somente, a partir de 1719, segundo os planos de Joseph Effner.
Previsto originalmente como residência de Verão (algumas salas dispõem somente de uma chaminé), o novo palácio residencial raramente foi habitado devido à frustração das ambições políticas do Príncipe-Eleitor Maximiliano-Emanuel, tendo sido colocado à disposição do público como "palácio-galeria" a partir do início do século XIX. 
O arquitecto Leo von Klenze trouxe algumas alterações à fachada em 1819, destinadas a dar um aspecto exterior mais classicista a este edifício da época barroca. Estes ordenamentos classicistas não foram retomados aquando das obras de restauro dos danos causados pela Segunda Guerra Mundial, as quais respeitaram, pelo contrário, os planos originais de Effner.
O Palácio Novo de Schleissheim está aberto ao público. Alguns salões servem de exposição permanente à galeria das colecções de pintura barroca do Estado da Baviera. Entre os mestres expostos no palácio encontram-se Peter Paul Rubens, van Dyck, Guido Reni, Veronese e o Tintoretto. - in: wikipédia

Castelo de Aigle - Suiça

 Foi com estes postais que o Óscar e a sua família me desejaram as Boas Festas nos últimos dois natais.
O castelo de Aigle situa-se no Cantão de Vaud.

© photoglob Zürich * Photo: U. Bangerter
Construído no final do século XII pela família Saillon em nome da Casa de Savóia, o castelo protegia Aigle, controlava o vale do Ródano e o acesso a Pays-d'Enhaut. 
Os ocupantes bernenses assumiram o controle do castelo em 1475 e deram-lhe a sua forma actual. Quando a região do Lago de Genebra se tornou independente em 1798, o castelo foi usado como hospital, prisão e tribunal. Ele tem sido cuidadosamente restaurado desde os anos setenta.

© Leysin Tourisme, José Crespo - © Musée de la Vigne et du Vin, Christophe Bornand
Por iniciativa da Confraria de Guillon, o Castelo de Aigle, que abrigava as caves dos Confederados, tornou-se o Museu da Vinha, do Vinho e dos Rótulos em 1971. Ele preserva o património da vinicultura da Região do Lago de Genebra e descreve a produção de vinho na região do lago de Genebra, na Suíça e nos países vizinhos. Há também uma colecção de rótulos de garrafas de vinho de 52 países desde o início do século XIX até 1960.

domingo, 24 de abril de 2016

Baux de Provence - França

Este postal foi enviado pelo Damien mas não foi a 1ª vez que o recebi. Em 2009 o Joaquim (o que será feito dele?) tinha-me enviado um outro em branco, juntamente com outro postal. 

Photo: PEC- LT
Este é um postal de Les Baux de Provence, do departamento de Bouches-du-Rhône, na região da Provença, sul da França.
Estas são as ruínas do Castelo de Baux. O castelo foi mandado construir no séc. X pelos Lordes de Baux. Com o século XVI chegou o declínio da cidade e o castelo foi mandado demolir pelo rei Luís XIII.

Estrasburgo - França

Estrasburgo é a capital da Alsácia e a bela Casa Kammerzell é um dos edifícios mais famosos da cidade.
O postal foi enviado pela Ara.
A Kammerzell é um dos edifícios de habitação civil medieval mais ornamentados e bem conservados da arquitectura gótica tardia nas áreas anteriormente pertencentes ao Sacro Império Romano.

 Photo © Olivier Anger * Combier Group Editor
Construída em 1427, mas alterada duas vezes, em 1467 e 1589, o edifício é historicamente pertencente ao Renascimento Alemão, mas ainda está estilisticamente ligado ao preto e branco do estilo enxaimel da Renânia.
O edifício situa-se na Place de la Cathédrale, a noroeste da Catedral de Estrasburgo. O seu interior foi decorado em todos os andares com frescos do pintor da Alsácia Léo Schnug (1878-1933). Actualmente é um restaurante.

domingo, 17 de abril de 2016

Colmar - França

 É por causa dos postais que a minha lista de locais a visitar é tão longa. É impossível não ter vontade de ir a Colmar depois de ter recebido estes postais. Tenho mesmo que lá ir. A Celina, a Ara e o Rafal já lá foram e gostaram imenso. 

Photos © Olivier Anger * Combier Group Editor
Situada no coração da rota do vinho da Alsácia, Colmar está muito bem localizada e apesar de não ser a capital da Alsácia, é um dos seus principais pontos turísticos. A cidade velha é composta por um charmoso bairro composto por coloridas casas enxaimel, alinhadas em ruas e passeios de paralelepípedos, junto ao canal que lhe confere o título de  "Pequena Veneza da Alsácia".

COMBIER Groupe Editor * Photo: ©Ivan Anger
A região da Alsácia fica na fronteira entre a França, Alemanha e a Suíça e ao longo dos anos a região teve seu controlo alternado entre a Alemanha e a França, por isso apresenta uma mistura das duas culturas. A influência alemã nota-se claramente na arquitectura e gastronomia.  

As casas enxaimel, assim como várias igrejas, claustros, fachadas com esculturas de madeira ornamentadas e edifícios do renascimento, são alguns dos aspectos que tornam o centro desta cidade tão especial e que fazem com que mereça ser visitada.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Bordéus - França

Cada vez que o Óscar vem até Portugal, aproveita para fazer alguma paragens estratégicas ao longo do caminho. Estas paragens estratégicas traduzem-se em locais Património Mundial ou pelo menos, locais onde possa eventualmente comprar postais de locais Património Mundial. Como eu o entendo!!
Nesta última viagem parou em Bordéus para conhecer um pouco desta cidade, situada no sudoeste da França e que é Património Mundial da Humanidade desde 2007. 
Ao postal dele, junto um outro que recebi há uns anos através de uma troca com a Nancy. 

Editions RENE * Photo: Drouot
Bordéus possui um conjunto urbanístico e arquitectónico excepcional criado durante o Iluminismo, cujos valores perduraram até à primeira metade do século XX. 
Bordéus é, depois de Paris, a cidade francesa com mais monumentos históricos protegidos, 347, para além de uma área protegida de 150 hectares e 3 igrejas anteriormente incluídas como Património Mundial da UNESCO.
As ruas atrás de edifícios magníficos do século XVIII ao longo do cais reflectem a longa história da cidade.

É no Bairro de la Bastide, classificado como Património Mundial, que podemos andar na Ponte de Pedra e atravessar para o outro lado do rio Garonne. 
A ponte tem quase 500 metros de comprimento. Foi construída a pedido de Napoleão Bonaparte em 1822.

Catedral de Santiago de Compostela

Santiago de Compostela, na Galiza, é conhecida internacionalmente como um dos destinos de peregrinação mais famosos do mundo. 
Desde o século IX, peregrinos de todo o mundo, percorrem quilómetros a pé para venerar as relíquias do apóstolo Santiago Maior, um dos apóstolos de Jesus Cristo, cujo suposto sepulcro se encontra na catedral de Santiago de Compostela.
Nunca estive em Santiago mas gostava muito. O 1º destes postais foi trazido de lá por uns primos meus, o 2º fui eu que comprei algures em Portugal e o último foi enviado pela Vanesa. 

A catedral de Santiago de Compostela está localizada no fim do antigo caminho de peregrinação medieval, o Caminho de Santiago. A descoberta do alegado sepulcro do apóstolo Santiago, durante o reinado de Afonso II, foi um acontecimento da máxima importância na história da Europa e principalmente dos conflituosos territórios da Península Ibérica. Segundo uma lenda local, em 813 um ermitão localizou seu túmulo num local indicado por uma chuva de estrelas, ou Campus Stellae (campo de estrelas) - expressão que dá origem a Compostela.
O local sagrado tornou-se um centro milenar de peregrinação cristã da Europa e foi factor determinante para colocar a Espanha dentro dos círculos medievais graças à catedral dedicada a Santiago Maior, actual padroeiro e protector do Reino da Espanha. 

Ao visualizar a catedral, o visitante tem a sensação de estar frente a uma profusão de estilos. A ideia está certa: as duas maiores torres do conjunto datam do século 17, quando o Barroco estava em seu auge. No entanto, a fase barroca se sobrepôs a uma construção românica. O resultado são os ricos e ostentativos detalhes da fachada, quase em sua totalidade barroca, que contrasta com a concepção sóbria do edifício, marcado por arcos, pelas paredes maciças e pelas poucas janelas.
O estilo românico da catedral é fruto de uma campanha cultural empreendida com o objectivo de educar os fiéis e dar monumentalidade às relíquias dos santos, assim como a seus templos. Pretendia-se passar a mensagem de que somente quem vivesse de acordo com os preceitos da Igreja chegaria ao Paraíso.

www.lafabricadenikis.com
A construção da catedral actual ocorreu entre os anos de 1075 e 1128, durante a Reconquista Cristã, na época de Cruzadas. Antes disso, havia uma primeira capela, proveniente do reinado de Alfonso II, feita entre os anos 791 e 842. Essa construção foi destruída nas lutas contra os Mouros. No ano de 872, iniciou-se a construção da nova basílica de pedra. Mas em 1012 essa basílica primitiva foi derrubada para dar inicio à catedral que conhecemos.
A fachada principal da catedral chama-se Obradoiro, o que significa "trabalho de ourives", devido à talha artística e detalhada dos pedreiros que a realizaram em princípios do século XVIII. - in: http://obviousmag.org/archives/2011/09/catedral_de_santiago_de_compostela_arquitetura_servindo_a_igreja.html

sábado, 9 de abril de 2016

Valência - Espanha

Em Dezembro passado o Vitória tinha vontade de ir a Praga mas acabou por ir a Valência. Embora tenha sido um plano B, ela disse que gostou da cidade. 

Triangle Postales © Foto: Joan M. Linares
As Torres de Serranos são consideradas a maior porta de cidade gótica em toda a Europa. Foram construídas no final do século XIV por Pere Balaguer e faziam parte das fortificações da cidade. 
Entre 1586 e 1887 as torres serviram de cadeia para nobres. Hoje em dia estão classificadas como monumento de interesse histórico artístico. 

Forte da Ínsua - Caminha

Recentemente a Vitória foi passear até ao Minho e um dos locais por onde passou foi Caminha, de onde me enviou este postal com o Forte da Ínsua.

Nunes de Almeida Editores: Postais de Portugal
De tempos em tempos, quando a maré vaza, formam-se bancos de areia em que se pode ir a pé até ao Forte da Ínsua, localizado numa ilha junto ao estuário do rio Minho, em Moledo, Caminha. O recuo do mar já permitiu várias vezes o acesso ao Forte da Ínsua por terra, através de uma língua de areia que ligou a costa àquele ilhéu de areia e pedra. As provas documentais registam esse acontecimento em 1582, 1629, 1708, 1895 e 1947. Milhares de pessoas percorreram então a pé e em carros de bois os cerca de 200 metros de distância. Em 2001, o fenómeno repetiu-se, ainda que o nível da água desse pelo joelho e pelo peito.
O Forte da Ínsua, cuja muralha e interior beneficiou de algumas obras de restauro em 2001, foi construído no século XVII, sob o reinado de D. João IV, para defender o Convento de Santa Maria de Ínsua (edificado pela Ordem dos Franciscanos no século XIV), que se encontra na praça de armas do forte, e reforçar a defesa da costa portuguesa durante a Guerra da Restauração.
De referir ainda que possui um poço de água doce, um dos três únicos do mundo situados no mar. A fortaleza pode ser visitada pelo público, sendo a travessia até à ínsua assegurada pela Capitania do Porto de Caminha. - in: http://www.altominho.pt/gca/?id=892

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Arte Xávega

 Estes dois postais representam um tipo de pesca artesanal em vias de extinção. Actualmente ainda é praticada em algumas localidades costeiras de Portugal, sobretudo no Litoral Centro, incluindo na Praia da Viera e Mira, de onde são estes postais enviados pelo Zé e pela Sofia. 

Foto: Oswaldo Santos
Neste tipo de pesca o barco sai para o mar até uma distância de 2 ou 3 milhas, lança as redes e regressa a terra.
Em tempos muito praticada ao longo de toda a costa portuguesa mas entrou em decadência nas décadas de 60 e 70 do século XX, tendo desaparecido de grande parte das localidades costeiras do país. 

Foto: Oswaldo Santos
Nos locais onde sobreviveu, passou por um processo de modernização tecnológica. As redes que antes eram puxadas para terra por bois, são agora puxadas por tractores. 
A substituição dos bois por tractores permitiu trabalhar com um número bastante mais reduzido de pescadores, bem como poupar estes do esforço muscular hercúleo que lhes era exigido no passado. 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Silves

Silves é das cidades algarvias que mais tenho vontade em conhecer. A Inês, que é de lá, diz que vale a pena conhecer. A Susana já por lá passou e também diz o mesmo. 
Estes postais foram recebidos com 2 anos e tal de diferença e nos selos dá para ver o aumento significativo do preço dos mesmos. O postal da Susana chegou em 2013 e na altura o selo custou 0.32€, o postal da Inês chegou em Dezembro do ano passado e o selo era 0.45€, digo era porque agora os selos para Portugal já são 0.47€!!! 

 Foto ©, Art & Concept: Gustav A. Wittich
Os vestígios arqueológicos recolhidos ao longo do tempo e expostos no Museu de Arqueologia demonstram que a região de Silves e povoada desde a pré-historia. Fenícios, Gregos, Cartaginenses chamavam-lhe então 'Cilpes'. Foi ocupada por Romanos, Visigodos e conquistada pelos Muçulmanos no século VIII, que lhe chamaram 'Xelb' e a tornaram num grande pólo cultural e capital do reino do 'Al-Gharb Al-Andalus'.

© Michael Howard Photography www.mikehowardphoto.com
Foi conquistada para os Portugueses em 1189 por D. Sancho, filho de Afonso Henriques, que ajudado pelos cruzados e após um cerco de mês e meio a tornou Silves, capital do Algarve e sede do Bispado ate 1534, altura em que se transferiu para a cidade de Faro.
De Silves muitos partiram, ao serviço das caravelas do Infante D. Henrique, caso de Diogo de Silves, provável descobridor dos Açores. - in: http://www.silves.net/viver.php

Capelinhos

Disse no post anterior que em Agosto vou estar em 2 ilhas dos Açores, uma delas vai ser o Faial, no entanto só lá estarei umas horas, só aproveitar a escala no Faial para dar uma voltinha pela Horta.  Gostaria imenso do ir ao vulcão dos Capelinhos mas desta vez não será possível. 
Este postal foi enviado pela Lurdes em Dezembro para me desejas boas festas. 

Fotografia © Maurício Abreu
O Vulcão dos Capelinhos situa-se na costa ocidental da ilha do Faial.
A erupção vulcânica que durou 13 meses, desde 27 de Setembro de 1957 até 24 de Outubro de 1958, ampliou a terra em 2,4 km², destruiu 300 casas e causou a evacuação de 2.000 pessoas.
O vulcão é agora uma das principais atracções na ilha do Faial; para além do farol em ruínas é possível visitar o Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos.

domingo, 3 de abril de 2016

Encontro em Tavira

O encontro em Tavira ocorreu há bem menos tempo, foi no fim de Fevereiro. Para além de Tavira, acho que o encontro se estendeu a outros locais do Algarve. 
Não fui ao encontro de Natal, a este também não e isso nota-se pela quantidade de postais que recebi. Obrigada à Ninocas, à Rita, à Vitória, ao Zé e à Paula pelos belos postais. 

Foto ©, Art & Concept: Gustav A. Wittich
A Praça da República, localizada junto ao rio e à sua ponte antiga, é o centro da cidade. Nela encontramos o edifício dos Paços do Concelho, o qual apresenta na fachada o brasão da cidade e no canto direito, segundo afirma a tradição, o rosto esculpido de D. Paio Peres Correia. No centro desta praça ergue-se o monumento aos combatentes da I Grande Guerra Mundial. Frente ao edifício da Câmara Municipal de Tavira, encontra-se o Posto de Turismo do Turismo do Algarve. - in: http://www.cm-tavira.pt/site/content/turismo-percursos-patrim%C3%B3nio/vila-dentro

© al-garbdistri
 Também conhecida por “Ponte Antiga”, é um dos símbolos de Tavira. Sobre a sua origem existem divergentes teorias, sendo que a mais provável é a existência de uma anterior ponte romana do século III, que terá sido reconstruída, ou mesmo construída uma em seu lugar, no início do período medieval, pelo que alguns também apelidam esta ponte de “Ponte Românica de Tavira”. 
Ligando as duas margens do rio Gilão, bem no centro de Tavira, esta Ponte tem, portanto, sofrido diversas alterações ao longo dos séculos, ficando no século XVII com o seu aspecto actual. Desde 1989, aquando as grandes cheias que aqui tiveram lugar, a ponte passou a ser pedonal. 
Hoje em dia é ponto de passagem obrigatória pela sua beleza e assimetria, concedendo uma bonita paisagem da cidade de Tavira. - in: https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-ponte-romana-de-tavira-15560

 Foto © W. Müller * Art & Concept: G. A. Wittich
De Tavira sigo para Faro com um postal do Jardim Manuel Bivar, antiga Praça da Rainha.
Era já uma praça no início da ocupação cristã e desde sempre teve um carácter de área central,
ligada à administração e às actividades portuárias.
Antes do séc. XVII já continha edifícios importantes: Hospital e a Igreja da Misericórdia, e
chamava-se Praça da rainha. Neste terreiro viria a ser implantado, nos finais do séc. XIX o
Jardim do Bacalhau (assim chamado pela sua forma).
Durante os sécs. XVII e XIX são construídos os edifícios da Alfândega e do Governo Civil.
Com as sucessivas alterações à sua configuração e envolvência (surgimento de novos
equipamentos e serviços (Banco de Portugal, Bombeiros, Finanças) este espaço é considerado
o centro da cidade, integrando um dos núcleos do Centro Histórico de Faro.
Actualmente com algumas espécies arbóreas é o espaço onde no verão decorrem algumas
feiras e outras manifestações culturais. - in: http://cm-faro.pt/preview.aspx?pageID=5862

© Michael Howard photography * www.mikehowardphoto.com
As sardinhas são muito apreciadas em todo o país mas eu passo bem sem elas. 
As sardinhas grelhadas são marcos algarvios incontornáveis, tipicamente servidas juntamente com broa caseira exclusiva da região.
Como comer Sardinhas Grelhadas à Moda do Algarve:
1.   Coloque uma sardinha grelhada numa fatia de pão
2.   Sem usar as mãos, coma a carne de um dos lados da sardinha
3.   Vire o peixe e coma toda a carne do outro lado, deixando apenas as espinhas. (Isto é uma arte e requer imensa prática.)
4.   Troque as espinhas por uma sardinha inteira e repita o processo até que todo o peixe tenha sido comido
5.   Só no fim irá comer o delicioso pão embebido na gordura da sardinha!
Este prato é tipicamente servido com uma salada montanheira muito bem picada, com tomates, pimentos verdes e cebolas, polvilhada com orégãos e servida com molho de azeite e vinagre. Um autêntico pitéu, mesmo se comido de garfo e faca! - in: http://meravista.com/pt/algarve/information/fun-stuff/festas-da-sardinha-algarve

Photo 2011 Nuno Antunes * Design Ventos Maiores
Na arquitectura tradicional, a cor enobrece as casas. A adição de pigmentos à cal faz com que os cunhais, frisos, cornichas e baixos relevos, adquiram maior relevância. Estas combinações conferem elegância e harmonia aos edifícios.