sábado, 31 de agosto de 2019

Igreja Dominicana de Lviv - Ucrânia

A Igreja Dominicana de Lviv é considerada um dos melhores monumentos do Barroco tardio não só de Lviv mas também de toda a Europa. Juntamente com outros templos da cidades, a igreja está classificada como Património Mundial.

 UA-358335, enviado pela Marina.
Esta é a Igreja Dominicana em Lviv, situada no centro da cidade. Foi construída no século XVIII.
Durante a Segunda Guerra Mundial foi ocupada pelos soviéticos e usada como armazém. 

UA-1182066, enviado pela Victoria.
Nos anos 70 foi transformada no Museu da Religião e do Ateísmo. Depois do colapso da União Soviética, a igreja foi dada à Igreja Greco-Católica Ucraniana e agora serve como igreja paroquial.

Catedral Latina de Lviv - Ucrânia

Mais um postal enviado por Ana. Ela diz que a Ucrânia é adorável e bem diferente de outros países. Eu só estive em Kiev durante umas horas há uns anos atrás. Não consegui ver muita coisa da cidade por causa do mau tempo. Para além do pouco que vi o que mais me lembro são as pessoas e como todos foram super amigáveis.
Este postal não é de Kiev mas sim de Lviv, a maior cidade do oeste da Ucrânia e a sétima maior cidade do país.

© photo by Yurko Dyachyshyn
A Basílica da Assunção da Virgem Maria, geralmente chamada simplesmente de Catedral Latina, é uma catedral católica romana do século XIV, localizada na Cidade Velha de Lviv.
Em 1360, o rei Casimiro III da Polónia iniciou a construção da igreja actual, construída em estilo gótico, para ser a catedral da recém-criada diocese latina. As obras continuaram ao longo do século XV e, em 1481, a Catedral foi finalmente consagrada.
A Catedral Latina é uma das duas únicas igrejas em Lviv que não foram fechadas ou sujeitas ao Patriarcado moscovita durante o domínio soviético (a outra era a igreja católica romana de Santo António em Lychakiv), mas durante esse período os bispos residiram em Lubaczów, uma cidade no sudeste da Polónia, perto da fronteira com a Ucrânia. Em 1991, o papa João Paulo II reactivou a diocese.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Aldeia em Troodos - Chipre

A primeira coisa que me salta à vista neste postal é são os selos, ou melhor, o preço dos selos. 0.66€! Não chega a ser tão barato como em Malta mas não deixa de ser um preço bem agradável. Assim de repente deu-me vontade de ir a Chipre comprar e enviar postais. 
Não terá sido exclusivamente por causa disso que a Ana visitou este país mas acredito que tenha enviado bastantes postais de lá. Eu recebi este de uma aldeia nas montanhas de Troodos. 

Nikolas Lambrou editions and photography
As ruas estreitas e arquitectura tradicional são algumas das características das aldeias de Troodos.  Localizadas nas encostas das montanhas, localizam-se principalmente no meio de pomares, vinhas e pinheiros, com os correspondentes aromas e cheiros. Estas aldeias rurais são conhecidas pela hospitalidade calorosa e pela culinária local tradicional.

Parque Nacional dos Lagos Plitvice - Croácia

Fazer as malas é algo que não custa à Celina, anda sempre de um lado para o outro e uma das suas última viagens foi aos Balcãs onde visitou a Croácia, Bósnia e Montenegro (inveja). Na Croácia, entre outros locais, visitou os Lagos Plitvice (inveja outra vez). Preciso de arranjar companhia para ir visitar aquela região, alguém se candidata?
Para além do postais enviado pela Celina, já tinha outros postais dos lagos, o primeiro chegou em 2008 enviado pela Gosia. 

O Parque Nacional dos Lagos Plitvice, situado no norte da Croácia, na região de Lika, é conhecido pelos seus dezasseis belos lagos, ligados entre si por cascatas. Fundado em 1949, o parque é reconhecido como Património Mundial da Humanidade desde 1979.


O parque tem uma superfície de cerca de 30.000 hectares, 22.000 deles cobertos de bosques. A zona que se pode visitar encontra-se no centro do parque. São 8 km² de vale povoado de bosques e 16 lagos com diferentes altitudes que se comunicam através de 92 cataratas. Os 16 lagos estão divididos em 12 lagos superiores (que são os maiores) e 4 lagos inferiores.
A sua geologia incomum é o resultado de milhares de anos de água fluindo sobre calcário e giz para criar barragens de travertino naturais. 

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Islândia

Islândia, a terra do gelo e do fogo, de vulcões e glaciares, cascatas e fiordes, a natureza no seu estado mais puro e cru. Dá vontade de ir já para lá, não dá?? Só há um pequeno senão, a Islândia é um dos destinos mais caros do mundo e só por esse motivo não está na minha lista de países a visitar em breve. Talvez um dia faça como a Gemma, que lá esteve há poucas semanas, esqueça o orçamento e vá viver uma experiência única. 

© Photo: Ingimar Thorhallsson
Na próxima carta que me enviar, a Gemma vai fazer-me um relatório completo desta viagem. Antes dessa carta chegar, chegou este postal com algumas belas paisagens islandesas.
No sentido dos ponteiros do relógio: a Montanha Vestrahorn; papagaios do mar; a cascata Seljalandsfoss, uma das mais fotogénicas das cascatas islandesas e única por ser possível caminhar por detrás dela; a cascata Skógafoss e Reynisdrangar, uns rochedos de basalto situadas perto da aldeia Vík í Mýrdal. 

sábado, 17 de agosto de 2019

Encontros em França

Com uma diferença de poucos dias e uma distância de mais de 900 km's, no mês de Julho realizaram-se dois encontros que contaram com a presença de duas das nossas emigrantes postcrossers, a Raquel e a Joana. 

 poster XXL
No passado dia 27 de Julho a Raquel viajou de Bruxelas e atravessou a fronteira para participar num encontro em Lille. 

Uns dias antes a Joana juntou um outro grupo de postcrossers na cidade onde vive, Mont de Marsan. 
Obrigada às duas.

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Foz do Rio Minho

Voltemos às aulas de geografia com este postal enviado pela Maria do Céu. 

O rio Minho nasce a uma altitude de 750 metros na Serra da Meira na Galiza e desagua no oceano Atlântico a sul da localidade da Guarda e a norte de Caminha. 

Foto de Andrea Fernandes
Desde a nascente até desaguar no Atlântico, percorre 340 quilómetros. Nos últimos 75 quilómetros do seu percurso, entre Melgaço e a foz, o rio serve de fronteira entre Espanha e Portugal.
O rio Minho era o viveiro mais importante na cria de peixes da Península Ibérica até a metade do século XX. 
Não sabia mas fiquei a saber, as câmaras de Caminha e A Guarda iniciaram em 2015 o processo de candidatura do estuário do rio Minho a Paisagem Cultural da Unesco. 

Azeitão

Os encontros postcrossing acontecem em todo o lado, com muita ou pouca gente mas sempre como muita animação. Foram apenas 4 os postcrossers que se reuniram em Azeitão no passado sábado, a Gracinha, o João, o Luís e a Filipa (creio ser este o nome). Poucos mas bons!! Agradeço aos 4 o meu 1º postal de Azeitão. 

Seria interessante saber de que ano é este postal. Naquela altura o Palácio dos Duques de Aveiro ainda estava em bom estado, actualmente encontra-se, segundo a wikipédia, ao abandono. 

O palácio dos Duques de Aveiro é um edifício majestoso do Renascentismo Clássico. Foi mandado construir por D. Jorge de Lancastre entre os anos de 1521/37.
O seu destino ficou marcado no dia 12 de Janeiro de 1759 quando foi confiscado juntamente com todos os bens da família Távora que era proprietária do palácio nessa altura, tendo sido esta a única propriedade que foi poupada à demolição embora o brasão tivesse sido picado.
Do interior palaciano pouco mais resta para além dos amplos salões, com os seus silhares de azulejos a meia altura, visto que o palácio foi saqueado aquando da prisão do último duque de Aveiro, acusado de envolvimento no atentado contra D. José, em 1758. A maior parte destes belos azulejos data já do século XVII (...). - in: wkipédia

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Ponte Romana de Chaves

Estive em Chaves há uns anos e claro atravessei umas quantas vezes esta ponte e demorei-me a tirar fotografias. Sou capaz de lá voltar em breve. 
Gostei muito de Chaves e gostei muito destes postais enviados pela Paula, pelo Emanuel e pela Sofia. O da Sofia foi enviado durante o encontro de aniversário do Postcrossing que se realizou o mês passado em Chaves. 

Situada sobre o magnífico Rio Tâmega, bem no centro da cidade de Chaves, esta é uma fantástica obra Romana também conhecida por “ponte de Trajano”.
O monumento foi construído entre finais do século I e inícios do século II d.C., durante o processo de romanização da região, coincidindo com a vigência do imperador Marco Ulpio Trajano (c. 53-117).
Por estas alturas, Aqua Flaviae (Chaves) era uma importante localidade Romana, com um grande centro termal e boas estruturas viárias e civis.


Foto: Oswaldo Santos
A ponte tem sido objecto de posteriores obras de restauro e remodelações ao longo dos séculos, tendo mesmo sido destruída parcialmente por uma cheia no século XVI.
Hoje em dia são apenas visíveis 12 arcos de volta perfeita, numa extensão máxima de aproximadamente 100 metros. 

Foto: Oswaldo Santos www.papyrus.pt
A meio do tabuleiro… estão duas colunas atribuídas aos imperadores Titus Flavius Vespasianus (c. 9-79) e Trajano. Pensa-se que estas colunas possam provir de outro local, talvez de umas das extremidades da própria ponte. As colunas são de grande valor histórico, pois ostentam várias referências às comunidades envolvidas na sua edificação.
Em 2001 foi descoberto um troço de cinquenta metros de calçada romana na actual Rua Cândido dos Reis, de acesso à ponte. - in:
http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-ponte-romana-de-chaves-trajano-15805

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Festa dos Tabuleiros

Realizou-se há poucas semanas a Festa dos Tabuleiros em Tomar, uma tradição que acontece de 4 em 4 anos. Como se pode ler no postal enviado pelo Rui, este ano a festa realizou-se entre 29 de Junho a 8 de Julho. 
Para além do postal enviado pelo Rui, estão também aqui os postais que a Paula e o Zé me enviaram durante o encontro do 6º aniversário do Postcrossing que em 2011 se realizou em Tomar e um outro postal que não me lembro de onde veio. 

Esta Festa com origem no culto do Espírito Santo, grande devoção da Rainha Santa Isabel, mulher de D. Dinis, está fortemente enraizada em todo o território nacional mas tem em Tomar a sua festa mais simbólica e sentida. No adorno dos Tabuleiros, das casas e das ruas, encontramos flores, o pão e as espigas de trigo que são elementos típicos das antigas e tradicionais festas das colheitas. 

Design: Vasco Nuno Martins
Na Festa dos Tabuleiros, para além do tradicional Cortejo, realizam-se também o Cortejo dos Rapazes, o Cortejo do Mordomo e os Cortejos Parciais. As ruas ornamentadas pela população, os Arraiais e os Jogos Populares e a Pêza, ilustram e animam a festa ao longo de três dias.

O Grande Cortejo realiza-se ao Domingo, as janelas da cidade são decoradas com vistosas toalhas de brocado para receberem a passagem dos tabuleiros. O Cortejo começa sempre com os fogueteiros que se trajam de branco e uma faixa encarnada, seguem-se os gaiteiros e as bandas. Por ordem, a seguir aos músicos vem o Pendão do Espírito Santo conduzido pelo Presidente da Câmara, seguidamente os convidados de honra que transportam três Coroas e por fim Pendões e Coroas de todas as freguesias bem como os respectivos Tabuleiros devidamente ornamentados e conduzidos por pares. Os pares que levam os Tabuleiros, elas vão trajadas de branco com uma fita colorida a cruzar o peito e levam na cabeça os Tabuleiros, eles vão trajados com uma camisa branca, calças escuras, barrete ao ombro e gravata da cor da fita da rapariga. 

O Tabuleiro tradicional deverá ter a altura da rapariga que o leva e é decorado com flores de papel, espigas de trigo, 30 pães de 400g cada, enfiados em canas que saem de um cesto de vime decorado com um pano branco bordado. No topo do Tabuleiro a Cruz de Cristo ou a Pomba do Espírito Santo, rematam uma coroa. No dia a seguir ao Grande Cortejo é tradição distribuir o pão e a carne – Pêza – pelas populações do concelho. - in: http://www.conventocristo.gov.pt

Universidade de Coimbra

Vou várias vezes a Coimbra, já fui até à Universidade mas nunca fiz uma visita ao seu interior, é uma das coisas que tenho para fazer em Coimbra. 
Há umas semanas ganhei uma lotaria do Fernando e o prémio foi um postal da Universidade de Coimbra. Ao postal dele junto um outro comprado por mim há uns anos quando os CTT tiveram umas colecções de postais e o último foi enviado pelo Luís durante um mini-encontro com a Liliana e a Anabela. 

© New Jamp, Lda
Centro de saber por excelência, a Universidade de Coimbra fundada em 1290 é uma das mais antigas da Europa e foi classificada Património Mundial, juntamente com a Alta da cidade e a Rua da Sofia.

Fundada em 1290 por D. Dinis, com o nome de "Estudos Gerais", transitou entre Lisboa e Coimbra ao longo de vários reinados até que foi definitivamente estabelecida nesta cidade em 1537, por iniciativa de D. João III. Desde então ocupa o mesmo edifício, antigo Paço Real medieval, adquirido pela instituição em 1597 a Filipe II de Espanha que então governava o país.
Aqui estudava-se teologia, medicina e leis até ao séc. XVIII, altura em que o Marquês de Pombal alterou o ensino introduzindo outras disciplinas. Actualmente compreende sete faculdades - Letras, Direito, Medicina, Ciências e Tecnologia, Farmácia, Economia e Psicologia e Ciências da Educação.

Guia Turístico do Norte, Lda
 
Privilegiadamente situada no alto da cidade, com vista sobre o Rio Mondego, a Universidade é um edifício complexo, desenvolvido em torno de um pátio central onde se destacam alguns elementos pelo seu interesse artístico e simbolismo. A entrada é feita pela Porta Férrea, obra nobre maneirista (1634), onde se podem ver as imagens dos reis mecenas, D. Dinis e D. João III. 
Do lado direito, ao centro, a Via Latina, uma colunata maneirista edificada no séc. XVIII indica a velha "língua oficial" dentro deste espaço, o latim. Com entrada pela arcada, a Sala Grande dos Actos, e ao canto a famosa Torre. Construída em 1728 é vista de toda a cidade e seu ex-libris. Tem quatro sinos, antigos reguladores da rotina académica e da cidade, que os alunos apelidaram carinhosamente de "Cabra". - in: https://www.visitportugal.com/pt-pt/content/universidade-de-coimbra

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Laranjas do Algarve

A Vera e a Sofia estão a mandar-me comer fruta.

© Michael Howard  Photography * www.mikehowardphoto.com
Devo confessar que não ligo muito a fruta, sei que faço mal, no entanto gosto muito das laranjas do Algarve. Tão grandes, sumarentas e doces. Uma maravilha. 

Photography & design © Michael Howard * www.mikehowardphoto.com
 As laranjas doces foram trazidas da China para a Europa pelos portugueses, no século XVI, e Portugal produz mais de 200 mil toneladas por ano. A região algarvia é responsável por mais de metade da produção nacional.

PR RR - Grupo 137 * Surpresa de Junho

Estes postais já vão com algum tempo de atraso, Junho já parece ter sido há tanto tempo!! Na verdade estes foram os últimos postais deste RR a chegar, em Julho não houve grupo e este mês também não há, os postais surpresa regressam em Setembro.

Tudo o que consegui descobrir sobre este moinho enviado pelo Paulo, é que se trata de um moinho típico da região Oeste, situado na Serra da Pescaria, uma das zonas de maior altitude do concelho, com fabulosas vistas para as praias do Norte e da Nazaré.

© Edição Vistal * Foto ©, Art & Concept: Gustav A. Wittich
O Tiago enviou-me um farol novo para a minha colecção. 
Construído em 1923, o Farol de Vila Real de Santo António veio substituir o antigo “Farolinho de ferro”. A torre circular apresenta uma altura de 40m. Inicialmente o foco luminoso era obtido por incandescência de vapor de petróleo, mas em 1927 encontrava-se já eletrificado com recurso a motores geradores, tendo sido ligado à rede pública de eletricidade em 1947. Em 1960 foi instalado um elevador de acesso à torre e em 1989 o farol foi completamente automatizado, embora ainda hoje continue a necessitar da assistência dos faroleiros que asseguram o seu perfeito funcionamento. - in: https://www.visitalgarve.pt/pt/562/farol-de-vila-real-de-santo-antonio.aspx

Illustration de Jean-Benoit Héron
A Joana também decidiu enviar-me um farol, o farol de Chausey, localizado na Ilha Grande de Chausey, no Canal da Mancha. Foi construído em meados do século XIX com pedra inteiramente cortada das pedreiras da ilha e está classificado como monumento histórico. Foi construído por causa dos muitos naufrágios causados pelos recifes que cercam a ilha.
O farol foi parcialmente destruído pelos ataques alemães em 1945. 
Com mais de quarenta e um metros de altura, o farol de Chausey foi totalmente automatizado em 2007, com a partida dos últimos faroleiros.

Termino com o postal do Rui, a Igreja de São Baptista em Molenbeek-Saint-Jean, um município de Bruxelas. 
Foi projectada por Joseph Diongre e construída em 1931 em estilo Art Deco.