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sábado, 4 de abril de 2020

PT RR - Grupo 148 * Surpresa de Março

Para um  postcrosser, o verdadeiro isolamento social é passar dias sem receber e enviar postais. Devido às restrições nos serviços de correios de vários países, nos últimos dias não recebi nem enviei qualquer postal... o que isso me custa. Estes dois devem ter sido dos últimos que recebi. 
Chegaram os dois no mesmo dias e gostei imenso de ambos. Obrigada ao Tiago e à Mafalda. 

© Edição Vistal * Foto: Wildman - fotolia.com - Design: G. A. Wittich
Este ano as férias, sejam elas quando forem, vão ser passadas em Portugal. Será a minha pequena contribuição para ajudar a economia nacional. Pensando em possíveis destinos, o Sudoeste Alentejano e a Costa Vicentina podem ser uma boa opção, esta é aliás, a única zona do país que não conheço. 
Classificada como uma das 7 Maravilhas – Praias de Portugal, a praia de Odeceixe, localizada no extremo norte do concelho de Aljezur, tem a particularidade de conter uma praia fluvial, pois é limitada a nascente e a norte pela Ribeira de Seixe, que faz fronteira natural com o Alentejo. Tem por isso banhos de mar e de rio. A ribeira, que integra a maior bacia hidrográfica deste concelho, condiciona a dinâmica daquela praia, não só pela quantidade de sedimentos que a “alimenta”, como também pela energia das cheias, que em períodos muito chuvosos pode condicionar a forma e a dimensão desta praia.A Praia de Odeceixe insere-se assim na extremidade de um vale dominado por esta ribeira, culminando encaixada entre altaneiras arribas de xisto e grauvaques, característicos desta região. A praia apresenta uma elevada qualidade paisagística e biodiversidade, podendo desfrutar-se de uma paisagem de rara e enorme beleza do topo das arribas. Estas constituem habitat privilegiado para a avifauna, proporcionando excelentes condições para a observação de aves, como a cegonha branca, o falcão-peregrino ou a gralha-de-bico-vermelho. É de facto neste Parque Natural, o único local do mundo onde é possível observar-se as cegonhas que nidificam nos rochedos marítimos. - in: https://cm-aljezur.pt

Por causa do vírus a Mafalda desistiu da viagem à Geórgia e foi até Espanha. Ainda ela não se tinha apercebido de como estava a situação por lá. Regressou a um local que ela conhece bem e felizmente não trouxe más recordações. 
A Colegiata de Santa María la Mayor é um templo religioso localizado na cidade de Toro, na província de Zamora.
A inspiração para a construção desta igreja foi a Catedral de Zamora, que por sua vez foi inspirada na Catedral de Salamanca. Começou a ser construída no século XII, sendo uma das construções mais características do românico na sua fase de transição. Esta colegiata faz parte do conjunto conhecido como "as cúpulas do Douro". - in: wikipédia

quarta-feira, 25 de março de 2020

Leiria

Em Outubro de 2017 86% da área do pinhal de Leiria foi completamente queimada. Desde então surgiram várias iniciativas que visam a recuperação do pinhal. O Postcrossing juntou-se a uma dessas iniciativas e pelo 2º ano consecutivo, alguns postcrossers tugas, entre eles o Óscar, que me enviou este postal, arregaçaram mangas, pegaram nas enxadas e foram até Leiria plantar árvores. Com muita pena minha, não me foi possível ir. 

www.edigpostal.com
Leiria, situada no Centro de Portugal é uma bonita cidade de forte cariz histórico banhada e influenciada pelos Rio Lis e Lena. 
O Castelo é o símbolo máximo de Leiria e daqui se desenrolou a sua história e desenvolvimento, tendo sido um importante marco da nacionalidade Portuguesa (...).
Leiria foi igualmente um importante marco na história dos Descobrimentos Portugueses, pois foi na sua área que as madeiras do Pinhal de Leiria foram semeadas e permitiram muita da construção naval que permitiu ao País navegar para outros mundos, levando o seu nome mais além. Foi D. Afonso III no século XIII que deu início à plantação dos pinheiros, e com o Rei D. Dinis (entre 1279 e 1325) esta cultura foi intensificada. - in: https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-leiria-15106

sexta-feira, 20 de março de 2020

Cabo - Madeira

Em Fevereiro, o único problema que a Vitória teve ao viajar para a Madeira, foi um pé magoado. Isso não lhe tirou o ânimo e a julgar pelas fotos que vi, ela e o marido, tiveram uma estadia muito agradável na ilha. 
O ano passado vi e comprei imensos postais lá na Madeira mas a Vitória conseguiu descobrir e enviar-me este que eu nem sequer vi. Uma vaca, uma capela e uma bela paisagem, uma bela escolha.  

© Foto: Vítor Marques | © Casa dos Postais
Depois de alguma pesquisa, lá consegui descobrir que esta é a Capela da Nossa Senhora da Boa Morte, fundada no séc. XVII e que se situa no Sítio do Cabo, na freguesia da Ponta do Pargo.

PT RR - Grupo 147 * Surpresa de Fevereiro '20

Vamos voltar para Fevereiro, ok, quando ainda vivíamos uma vida mais ou menos normal e o vírus ainda não dominava todos os aspectos da nossa existência. 
Não é de todo possível recuar no tempo, a não ser, postalísticamente falando, mostrando os postais que recebi nas últimas semanas. Estes foram os do Grupo Surpresa do RR tuga. Por acaso, em Fevereiro, os postais foram todos portugueses. 

Falando em recuar no tempo, este postal enviado pelo Paulo, leva-me até à ilha de São Miguel em Agosto de 2016. No passeio que fiz às Furnas, eu e a minha prima Carolina, tivemos a oportunidade de comer o famoso Cozido das Furnas, um dos mais famosos e emblemáticos pratos típicos de São Miguel. Antes mesmo de o comer, vi-mo-lo ser retirado da “cova”, nome como é conhecida a fumarola onde é colocado para cozinhar. Quem chegar à lagoa entre  as 12h e 15h, com certeza verá alguma das panelas a ser retirada da terra quente. 
O Cozido das Furnas, cuja origem remonta ao início do século XVI, distingue-se do tradicional “Cozido à Portuguesa pela forma como é cozinhado – usando o calor que brota do interior da terra, e confecionado com ingredientes locais, tais como: os enchidos produzidos da ilha (chouriço de carne, chouriço mouro e morcela de sangue), legumes e hortaliças (cenoura, nabo, repolho, couve-verde, couve-lombarda, batata-branca, batata-doce e inhame) e carnes (de galinha, de porco e a tão saborosa e suculenta carne dos  bovinos criados em pastagem e alimentados essencialmente de erva). http://cozinhamicaelense.com

Também já andei a passear por Sesimbra, há muito, muito tempo, 1998. Passei bastante tempo na praia mas não me lembro de ter visto os pescadores a recolherem as redes da arte xávega.
Em Sesimbra, a xávega pratica-se há muitas décadas na baía, onde é igualmente conhecida por “chincha”, ou “arte do caneiro”. Entre as espécies mais capturadas contam-se cavala, carapau, robalo, salmonete, pargo, choupa, choco e lula. 
O postal foi enviado pelo Rui. 

© Edição Vistal * Foto: M. Boeck - Design: G. A. Wittich
São Miguel, Sesimbra e agora um postal do Algarve, enviado pela Inês. A Vitória já me tinha enviado há uns anos este mesmo postal, no entanto estava em branco. 
Se andei de burro alguma vez, foi quando era criança e não me lembro. Depois de uma pesquisa na net, descobri que há algumas ofertas de passeios de burro no Algarve. 

domingo, 1 de março de 2020

Vouzela

Devo dizer que sei muito pouco sobre Vouzela, a única coisa que associo à vila é a ponte ferroviária, que até há pouco tempo, pensei que fosse um aqueduto. Graças ao Rui, fiquei a saber mais sobre a vila e fiquei até com vontade de fazer uma visita. 

Edição - Papelaria Papelzel
Vouzela é uma vila do distrito de Viseu.
O edifício dos Paços do Concelho data de 1926 e lá funcionam os serviços camarários desde 1995.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

PT-662790

E eis que chegou o primeiro oficial português do ano. Uma bela surpresa. 
Os azulejos estão em todo o lado e são uma das expressões mais fortes da nossa cultura. Neles encontramos a nossa história, as tradições, os monumentos, a fé, a nossa identidade. 

sofoto* Foto © Marialva
PT-662790, enviado pela Nádia.
Al-zuleique é a palavra árabe que originou o português azulejo e designava a "pequena pedra lisa e polida" usada pelos muçulmanos, no tempo da Idade Média. A forma como usavam os azulejos para decorar chão e paredes agradou aos reis portugueses e ganharam um lugar privilegiado na arquitetura a partir do século XV. Podemos dizer que Portugal os adotou de forma ímpar, como em nenhum outro país europeu.
Foi no século XVIII que o azulejo "invadiu" igrejas e conventos, palácios e casas, jardins, fontes e escadarias. Com padrões geométricos, contando histórias da vida de santos ou temas profanos como as fábulas de La Fontaine, por vezes legendados como uma versão antiga de banda desenhada, tornou-se um dos principais elementos decorativos portugueses.
Viajar pelo país é visitar um autêntico museu vivo da azulejaria mas é no Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, que se pode conhecer de forma única toda a sua história e a evolução técnica e artística, desde os primeiros tempos até à produção contemporânea.
Em pleno século XXI, o azulejo continua a ser usado com notoriedade pelas correntes mais vanguardistas marcando a arte pública. - in: https://www.visitportugal.com

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Parque Eduardo VII

Acreditem ou não, nunca estive no Parque Eduardo VII. Ainda há uns quantos locais que desconheço na nossa capital. Talvez a Ana lá tenha ido. Depois de uns dias no Porto, e no dia seguinte ao nosso encontro, rumou a sul e passou mais de uma semana a descobrir Lisboa. 

Forways Lda
O maior parque do centro de Lisboa sobe uma das colinas da cidade, oferecendo uma das mais belas vistas da capital. 
Entre o vasto relvado encontra-se uma estufa criada nos anos 30, com várias espécies de plantas vindas de climas tropicais. É um dos espaços verdes mais importantes de Lisboa, considerado um autêntico museu vivo. Além de pequenos lagos e cascatas, obras de estatuária e centenas de espécies de plantas, esconde ainda uma estufa quente. No lado oposto vê-se um edifício com um exterior coberto de azulejos, que foi dedicado a Carlos Lopes (vencedor da maratona das Olimpíadas de Los Angeles), e que em breve será reabilitado para a realização de eventos culturais e desportivos.
É neste parque que se realiza a anual feira do livro, durante vários dias do mês de junho. 
O parque foi batizado com o nome de Eduardo VII, o monarca inglês que visitou Lisboa em 1903, cinco séculos depois da Aliança Luso-Britânica. 
No topo norte, onde se encontra um miradouro, está hasteada uma enorme bandeira de Portugal com 20 metros, e o Monumento ao 25 de Abril, inaugurado em 1997. - in: https://www.lisbonlux.com

PT RR - Grupo 143 * Surpresa de Janeiro '20

E já cá estão os postais surpresa de Janeiro. Nunca chegaram tão rápido mas nunca um grupo tinha sido tão pequeno. Como se costuma dizer, poucos mas bons e aqui ficam os postais do Óscar, do Tiago e do Rui. 

© GRAFIPOST - Editores e Artes Gráficas, Lda
Diz o Óscar que a Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão não é assim nada de especial mas que é mais bonita do que a nova igreja. Não sei como é a nova mas nova sugere-me arquitectura moderna e suspeito que, essa sim, não seja nada de especial. Esta do postal, data do século XVII / XVIII.  

© GRAFIPOST - Editores e Artes Gráficas, Lda
Embora se admita a existência de fortificações romanas e mouras no local, o mais provável é que este castelo tenha sido construído no século XI. Foi pertença das ordens dos Templários (que aqui tiveram a sua sede) e de Cristo, sendo alvo de várias demolições e reconstruções ao longo dos séculos, até passar finalmente para a posse da autarquia. 
A arquitectura é do tipo medieval, românica, com influências góticas e manuelinas. É um castelo simples e de pequenas dimensões, onde subsistem os restos da alcáçova, definida por quatro torres nos ângulos, uma porta suevo-visigótica e uma janela moçárabe. - in: https://lifecooler.com/artigo/atividades/castelo-de-soure/327701/

Postais de Setúbal
O Forte de São Filipe foi construído durante a ocupação espanhola, com início em 1582, no reinado de Filipe I, como forma de reforçar a defesa de Setúbal contra a pirataria (...).
Com a restauração da independência, em 1640, D. João IV manda ampliar as defesas e a sua adaptação ao uso de artilharia. 
Já no século XX, classificado como Monumento Nacional, a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, fez obras de restauro e o forte foi adaptado para funcionar como pousada. - in: https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-fortaleza-de-sao-filipe-de-setubal-14138

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

PT RR - Grupo 142 * Surpresa Dezembro '19

Os últimos postais de 2019 do RR tuga.

Fotos: Antº Macedo; David de Abreu; Carlos Reveles; Izhar Perlman; Sergi Zelman; Sérgio Duarte; Vera Sanches * © 2017 - Ed. 19 de Abril: 157
O ano passado o Rui enviou-me este mesmo postal, bem não é exactamente o mesmo porque o calendário do ano é diferente. As imagens são as mesmas e continuam as iniciais dos dias da semana em inglês. Porquê?!! ☹️

Nunes Almeida Editores
Já fui várias vezes a Lamego mas nunca visitei este capela. Quando lá voltar pode ser que a Ana Rita ma mostre. 
O templo de S. Pedro de Balsemão é o mais antigo de todos os monumentos de Lamego e, de acordo com alguns historiadores,  o segundo da Península Ibérica. A sua origem suévico-visigótica remonta ao séc. VII, ao tempo de Sisebuto (rei visigótico que chegou a cunhar moeda em Lamego).
No séc. XVII, a capela foi reedificada, sendo desta época a excelente talha que a reveste interiormente.
De raro valor histórico e arqueológico, o templo, com três naves, possui duas peças do séc. XIV dignas de menção: uma escultura da Senhora do Ó esculpida em pedra de ançã e o túmulo do Bispo do Porto D. Afonso Pires, esculpido em granito.
A Capela de S. Pedro de Balsemão conserva grande parte da sua traça original e a grandiosidade do seu interior preserva o ambiente misterioso de épocas distantes.
Integra as “Rotas Medievais do Vale do Douro”, em conjunto com outros exemplares do valioso património religioso construído no concelho de Lamego, e está classificada como Monumento Nacional. - in: http://www.cm-lamego.pt/conteudos.asp?bd=patrimonio&id_tema=2

© OVET
Nunca fui a Paris, não tenho intenção de lá ir em breve mas quando lá for faço questão de ir ao Sacré Coeur. Apetece-me sentar naquelas escadas e comer um gelado ou uma baguette!! O postal foi enviado pelo Paulo. 
A Basílica do Sagrado Coração (Sacré Coeur) é um dos lugares sagrados mais importantes de Paris. Está localizada no alto de Montmartre, uma colina de 130 metros de altura de onde se pode contemplar uma vista magnífica de Paris. 
A basílica, obra de Paul Abadie, começou a ser construída em 1875 e foi terminada em 1914. Foi consagrada como basílica aos cinco anos de sua construção, em 16 de outubro de 1919. - in: https://www.tudosobreparis.com/sacre-coeur

Editions RENE
Não tenho a certeza mas esta deve ser a torre da Basílica de São Miguel. Se não for, a Joana que me corrija. 
A basílica é uma igreja em estilo Gótico Flamboyant (também chamado de "Flamejante") em Bordéus, construída entre o final do século XIV e o século XVI. A torre com 114 metros de altura, foi construída no século XV.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Ponte D. Luís I

Feliz Ano Novo.
Para um postcrosser o ano começa quando chega o primeiro postal à caixa do correio. E à minha caixa do correio hoje chegou este postal que eu enviei para mim no passado domingo. O meu ano postalístico terminou com um encontro com a Ana, uma postcrosser da Macedónia com que mantenho contacto há vários anos. Depois de vários anos de conversa no forum e vários postais trocados, conhece-mo-nos finalmente e, como acontece com quase todos os encontros Postcrossing, foi super agradável e deixou vontade de mais encontros no futuro, até já andei a pesquisar sobre o país, porque honestamente não sei muito sobre a Macedónia. Pode ser que um dia lá vá!!!

© Layout & design: Editorial Fisa Escudo de Oro S. A. 
Projetada pelo engenheiro belga Teófilo Seyrig, um dos discípulos do arquiteto francês Gustave Eiffel, a Ponte D. luís I foi inaugurada em 1886 para ligar a cidade do Porto a Vila Nova de Gaia, tendo sido construída para substituir a antiga ponte suspensa que existia no mesmo local. 
Esta estrutura tem 395 metros de comprimento e oito de largura. Apesar de o tabuleiro superior da ponte – que hoje é ocupado por uma das linhas do Metro do Grande Porto (liga a zona da Catedral ao Jardim do Morro e à Avenida da República, em Vila Nova de Gaia) – ter sido inaugurado em 1886, o tabuleiro inferior só ficou concluído em 1888. Desde 2005 que este tabuleiro inferior serve para circulação de carros e peões. - in: https://www.infraestruturasdeportugal.pt

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Castelo de Penela

O Natal já passou mas quem quiser pode ainda ir até Penela ver o Presépio Animado. Até 5 de Janeiro, o Penela Presépio promete muita animação, cor, música e alegria. Para além do Presépio Animado no castelo, há também um mercadinho de Natal, oficinas da fantasia, o Presépio Tradicional do Espinhal e a exposição “Villa romana do Rabaçal: era uma vez...”. 

Esta conversa toda para dizer que foi com um postal de Penela que a Paula me desejou um Feliz Natal. O postal dela é o da vista nocturna, o outro foi enviado pelo Zé Pombal em 2008!!! 

Fotografia: Oswaldo Santos
A reconquista da região onde se encontra o Castelo de Penela, aos muçulmanos, é atribuída a Fernando Magno, por volta de 1064, havendo indicações de ter sido edificado em 1097, contrariando as hipóteses de existência de uma fortificação em Penela, no período da ocupação árabe, ou de existir, já anteriormente, um forte romano.
Parece certo todavia, que D. Afonso Henriques, reconquistou esta região depois de, em 1117, ter sido de novo ocupada pelos árabes, já que, em 1137, o rei atribui Carta de Foral ao castelo e seus domínios.
Penela foi residência do rei Afonso IV, que reinou até 1357, foi-lhe concedida a elevação a condado, em 1465, tendo como primeiro conde de Penela, D. Afonso Vasconcelos e Meneses.


Durante o terramoto de 1755 o castelo sofreu bastantes danos, nomeadamente com a queda da Torre de Menagem, mas apesar das reparações efectuadas no reinado de D. José, esta fortificação chegou ao século XX, bastante arruinada. Desde 1940 têm sido executadas obras de reconstrução e está classificada como Monumento Nacional.

O castelo foi construído sobre um maciço rochoso, aproveitando, no desenho das muralhas, parte da disposição natural dos penedos, no seu interior encontra-se a Igreja de São Miguel e podem também ser vista sepulturas cavadas na rocha. - in: https://www.guiadacidade.pt/

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Encontro de Natal

Tal como o ano passado, este ano o encontro de Natal dos postcrossers tugas foi em Novembro mas este ano eu não consegui ir. Bem custou estar tão perto e não poder ir e ao que parece, foi mais um belo encontro. Quem não vai tem sempre a oportunidade de vir a receber postais e eu recebi estes belos 3 postais, num dia em que o carteiro até passou duas vezes. Obrigada à Patrícia, à Vitória e à Paula. 

Foto: Edite * The Postcrossing logo is a registered trademark
Castelo Branco foi a cidade escolhida para receber o encontro e o postal oficial retrata um dos símbolos mais conhecidos da cidade, o seu bordado. 
O Bordado de Castelo Branco tem características que o tornam único e distinto entre os bordados portugueses: os motivos têm uma estética que corresponde a uma gramática visual própria. A intensidade das cores e a luz é conferida pelos fios de seda, bordados sobre a base de linho artesanal cru. Os desenhos/motivos tem uma simbologia própria que o observador é convidado a descobrir: a Árvore da Vida, os  pássaros, os cravos,  as rosas, os lírios, as romãs ou os corações –  todos com um perfil claramente exótico. Estas características do Bordado de Castelo Branco foram transpostos para o urbanismo, sendo observáveis quer nas calçadas, como nos edifícios, tornando-se assim num dos símbolos da cidade. - in: https://www.cm-castelobranco.pt

Foto: Nicola di Nunzio
Não é de Castelo Branco mas é um dos temas mais conhecidos na minha colecção, velhotes. Nunca tinha visto este postal mas fica lindamente junto com os meus outros postais dedicados à 3ª idade. 

Fotografia: Manuel Ribeiro
Não sei bem porquê mas gosto bastante de pontes romanas. Esta é a Ponte de Nossa Senhora da Graça em Nisa. Situada sobre a Ribeira de Nisa, esta ponte, constituída por cinco arcos de volta perfeita, está associada a um troço de via calcetada, importante herança do período de ocupação romana da região. 

sábado, 16 de novembro de 2019

Ponte Velha de Tomar

Tomar recebeu mais um encontro. Foi no dia 19 de Outubro e foi o Zé Guedes quem me enviou este postal com a Ponte de D. Manuel, também chamada de Ponte Velha. 

Construída sobre o bonito Rio Nabão, um afluente do grande rio Zêzere, que nasce entre as serras de Sicó e da Lousã e atravessa a cidade de Tomar, as suas origens são indefinidas. 
Pensa-se que possa ter sido construída sobre ou no aproveitamento de uma anterior edificação Romana, ou ter mesmo origem nesse período.
A Ponte localiza-se junto ao Convento de Santa Iria, e é ainda hoje um dos acessos ao bonito centro histórico da cidade. 
A Ponte Velha já terá tido algumas alterações ao longo dos séculos, como em 1480 e 1550, tendo em 1710 o Rei D. João V mandado construir guardas na ponte um uma estátua de São Cristóvão (hoje no Convento de Cristo), tendo sofrido outras obras de restauro mais recentemente. - in: https://www.guiadacidade.pt

Palácio Nacional de Mafra

Já são 17 os locais portugueses que integram a lista da UNESCO. O Palácio de Mafra e o Santuário do Bom Jesus em Braga foram classificados no passado mês de Julho como Património Mundial. No Bom Jesus de Braga já tinha estado várias vezes mas aquando desta inscrição, nunca tinha visitado o Palácio de Mafra. Calhou que o local escolhido para o encontro português dos 150 anos do postal fosse Mafra e felizmente consegui ir. Lá encontrei, entre outros, a Vitória que me enviou em 2012 a propósito do lançamento da série de selos Palácios de Portugal, sendo o Palácio de Mafra um dos representados. 

Foto: Paula Ribeiro * Postcrossing logo is a registered trademark
Esta maravilha barroca é um monumento à riqueza e à extravagância do reinado de D. João V. É um edifício construído em 1717, quando o rei parecia não saber o que fazer à fortuna nos cofres reais depois da descoberta de ouro no Brasil. A ideia era construir nos arredores de Lisboa um palácio colossal com um convento ainda mais grandioso que o Escorial de Madrid. Duas décadas e 45 mil operários depois, ficou finalmente concluído, apresentando 880 salas e 300 aposentos para monges. A construção do monumento é contada em "Memorial do Convento", o clássico romance do Nobel José Saramago. 

Paulo Renato da Silva

A cúpula é uma das maiores do mundo, apesar de não o parecer, pois o seu tamanho é diminuído pela escala do resto do edifício. Também extraordinários são os dois carrilhões da magnífica basílica, datados de 1730, com 114 sinos (57 cada), considerados os maiores do mundo. 
Numa visita ao interior do monumento passa-se também pela impressionante biblioteca rococó com cerca de 40.000 livros, pelos apartamentos reais, e pela basílica coberta de mármore e com o seu conjunto de seis órgãos únicos no mundo. - in: https://www.lisbonlux.com/sintra/palacio-de-mafra.html