quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Castelo Craggaunowen - Irlanda

Aqui está mais uma opção de visita para quando voltar à Irlanda, é que para além de castelo, o Craggaunowen é também um museu ao ar livre, é capaz de ser interessante.
O postal foi enviado pela Aerling. 

Photo: P. O'Toole, John Hinde Studios
O castelo Craggaunowen data do século XVI. Foi restaurado e hoje em dia é um museu arqueológico ao ar livre no Condado de Clare.  
No castelo pode visitar-se parte da colecção de objectos de arte medievais de John Hunt, o historiador responsável pelo restauro do castelo nos anos 60. 
Nos terrenos do castelo foi reconstruído um Crannóg da Idade do Bronze - uma plataforma de madeira, usada como habitação e fortificação, erigida num lago, e também a reconstrução de uma casa de agricultores do sécilo IV. 
Foram usadas várias fontes arqueológicas para a reconstrução destas exposições. 

Calçada dos Gigantes - Irlanda do Norte

A Calçada dos Gigantes é uma das atracções turísticas mais populares da Irlanda do Norte. Está classificada como Património Mundial desde 1986 e como Reserva Natural desde 1987.
A Heidi visitou este local em Junho passado e enviou-me de lá um postal com um selo também da Calçada. O postal não foi o meu 1º de lá, há 6 anos o Morag já me tinha enviado um outro postal. 

  © Art Ward
A Calçada do Gigante é a designação dada a um conjunto de cerca de 40 000 colunas prismáticas de basalto, encaixadas como se formassem uma enorme calçada de pedras gigantescas, formadas pela disjunção prismática de uma grande massa de lava basáltica resultante de uma erupção vulcânica ocorrida há cerca de 60 milhões de anos. A formação está localizada na costa da Irlanda do Norte, a cerca de 3 quilómetros a norte da vila de Bushmills, no condado de Antrim.
Fica numa área de basalto compacto. A actividade vulcânica nesta área fez a rocha derretida subir através de fendas no calcário, com temperatura média de mais de 1000 °C. Quando entrou em contacto com o ar, arrefeceu e solidificou. A rocha derretida, ou magma, é composta por muitos elementos químicos e por isso pode criar vários tipos de rocha. O tipo de rocha formado na área do contexto em questão é o basalto. O magma encolhia à medida que arrefecia lentamente e, por causa de sua composição química, formaram-se fendas hexagonais regulares na superfície. Enquanto o magma continuava a arrefecer por dentro, as fendas desciam gradualmente, formando a grande quantidade de colunas de basalto semelhantes a lápis.

Segundo uma lenda irlandesa um gigante chamado Finn MacCool queria enfrentar numa luta um gigante escocês chamado Benandonner, mas havia um problema: não existia uma embarcação com tamanho suficiente para atravessar o mar e levar um ao encontro do outro. A lenda diz que MacCool resolveu o problema construindo uma calçada que ligava os dois lados, usando enormes colunas de pedra. Benandonner aceitou o desafio e viajou pela calçada ate à Irlanda. Ele era mais forte e maior do que MacCool. Percebendo isso a esposa de Finn MacCool, de forma muito perspicaz decidiu vestir seu marido gigante como um bebé. Quando Benandonner chegou à casa dos dois e viu o bebé, pensou: “Se o bebé deste tamanho, imagine-se o pai!”, e fugiu correndo de volta para a Escócia. Para ter certeza de que não seria perseguido por Finn MacCool destruiu a estrada enquanto corria, restando apenas as pedras que agora formam a Calçada dos Gigantes. - in: wikipédia

domingo, 11 de setembro de 2016

Abadia de Westminster - Inglaterra

Quatro postais bem diferentes da mesma abadia, talvez uma das mais conhecidas no mundo, a Abadia de Westminster, em Londres.
Os dois primeiros postais foram comprados por mim, o 1º em Londres e o 2º talvez tenha sido em Coimbra. O terceiro postal foi enviado há dias pela Lurdes e o último é um oficial dos EUA. 

A Abadia de Westminster, localizada perto das Casas do Parlamento, é mais um local mais histórico do que religioso. Desde 1066 todas as coroações reais, com excepção das de Eduardo V e Eduardo VIII, tiveram lugar nesta igreja.

A abadia também serve como o cemitério para numerosos políticos, soberanos e artistas. Na abadia existem vários túmulos, estátuas e monumentos funerários. Devido à falta de espaço, muitos caixões têm de ficar de pé. No total, cerca de 3300 pessoas estão enterradas na igreja e claustros. Alguns dos mais famosos são Charles Darwin, Sir Isaac Newton e David Livingstone.

© J. Salmon LTD
No local onde foi construída a abadia, já lá existia uma igreja no século VIII, mas a história da abadia actual começa só em 1050, quando o Rei Eduardo, o Confessor, decidiu construir um mosteiro. Apenas uma pequena parte deste mosteiro normando, consagrado em 1065, sobreviveu.

 Jarrold Publishing, Norwich
US-3230274, enviado pelo Manfred.
Maior parte do presente edifício data de 1245 até 1272, quando Henrique III decidiu reconstruir a abadia em estilo gótico. O edifício foi ampliado significativamente mais tarde: a capela de Henrique VII foi adicionado entre 1503 e 1512, enquanto as duas torres de frente oeste datam de 1745. A parte mais jovem da abadia é a entrada norte, concluída no século XIX.

Anglesey - País de Gales

Há algumas semanas a Laerke foi de férias até à Ilha de Anglesey, no norte do país de Gales. Nunca tinha ouvido falar nesta ilha. 
Nas imagens estão algumas baías da ilha, Baía Bull, Baía Trearddur, Baía Red Wharf, Baía Cemaes e Baía Benllech. 

© J. Salmon LTD
Anglesey ou Ynys Môn é uma ilha ao largo da costa noroeste do País de Gales. Com uma área de 276 715 km2, Anglesey é, de longe, a maior ilha do País de Gales e a quinta maior ilha à volta da Grã-Bretanha (e a maior fora Escócia). Anglesey também é a maior ilha no mar da Irlanda por área, e a segunda mais populosa ilha no mar da Irlanda (depois da Ilha de Man). A população no censo de 2011 era de 69.751. Duas pontes atravessam o Estreito de Menai, que liga a ilha ao continente: a Ponte Suspensa de Menai, desenhada por Thomas Telford em 1826, e da Ponte Britannia.
Quase três quartos dos habitantes do Anglesey falam galês e Ynys Môn, o nome galês para a ilha, é usado para os círculos eleitorais do Parlamento do Reino Unido e da Assembleia Nacional.

Castelo de Chepstow - País de Gales

Castelo, todos os tipos de castelos, venham eles de onde vieram, são muito bem vindos na minha colecção. 
Este postal foi enviado do Canadá mas o castelo situa-se no País de Gales.

© J. Salmon LTD
O castelo de Chepstow é a mais antiga fortificação de pedra pós-romana sobrevivente na Grã-Bretanha. Localizado acima penhascos no rio Wye, a construção começou em 1067 sob as ordens do lorde normando William FitzOsbern.
No século XII, o castelo foi usado na conquista de Gwent, o primeiro reino independente galês a ser conquistada pelos normandos. Posteriormente, foi usado por dois dos mais poderosos magnatas anglo-normandos de Inglaterra medieval, William Marshal e Richard de Clare. No entanto, no século XVI a sua importância militar foi diminuído. Apesar de re-guarnecido durante e após a Guerra Civil Inglesa, por volta de 1700 já tinha entrado em decadência. Hoje em dia é um destino turístico popular.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Catedral de Antuérpia - Bélgica

A catedral de Antuérpia é das catedrais mais impressionantes que já vi. Estive em Antuérpia há quase 5 anos, a Raquel esteve lá o mês passado para participar em mais um encontro Postcrossing. Ela enviou-me o 1º destes postais, o 2º é um oficial e o 3º comprei-o eu lá. 

Construída entre 1352 e 1521 como um dos edifícios mais altos do mundo, majestosa catedral de Antuérpia ainda domina o horizonte da cidade. No interior existem telas magníficas pintadas por Rubens.
ACatedral de Nossa Senhora é uma obra-prima de renda em pedra.

© Belgium Heritage
Iniciada em 1352, é um dos mais belos edifícios góticos da Europa. A igreja, que se tornou uma catedral em 1559 substituiu uma igreja românica construída no século XII. Os últimos vestígios daquela igreja foram demolidos em 1481.
O projecto da catedral de Antuérpia é atribuído a Jean Appelmans, também conhecido como Jean Amel de Boulogne, embora a construção tenha sido provavelmente liderada por De Waghemakere. 
O coro e da nave foram construídos pela primeira vez entre 1352 e 1411. A parte dianteira ocidental foi construída mais tarde, entre 1422 e 1474.

  © Verlag & Design Simon Sauer
BE-163211, enviado pela Hildegarde.
A última parte, a torre, foi concluída em 1518. Das duas torres planeadas, apenas uma foi construída. A parte octogonal da torre, construída entre 1501 e 1507 foi desenhada por Herman de Waghemakere. Dentro da torre existe um carrilhão com quarenta e sete sinos. O pináculo actual foi construída por Domien de Waghemakere, Antoon Keldermans II, e Rombout Keldermans entre 1508 e 1518.

A catedral foi a estrutura mais alta naquela região durante vários séculos. Mesmo agora, com os seus 123 metros de altura e em parte devido a restrições de altura em Antuérpia, ainda é o edifício mais alto da cidade. 
Como exemplo das aspirações de Antuérpia, na sua Idade de Ouro, o imperador Carlos V lançou a primeira pedra de um aumento significativo, três vezes o tamanho do actual, o que a tornaria o maior edifício na terra. Danos causados pela água resultante de um incêndio grave na nave, em 1533, que destruíram o tecto e os móveis góticos, impediram a construção deste projecto megalomaníaco.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Palácio Belvedere - Áustria

Tal como eu, o Damien adora viajar. Um dos seus últimos destinos foi Viena, de onde me enviou este postal do Palácio Belvedere.

Príncipe Eugene de Savoy (1663-1736), general e conhecedor de arte, construiu o palácio Belvedere como sua residência de verão. Hoje, o Belvedere está localizado no quarto distrito de Viena, mas na época da sua construção, o local ainda estava do lado de fora dos portões da cidade. O Belvedere é um dos mais importantes edifícios barrocos da Áustria. Na verdade consiste em dois palácios (superior e inferior) e um impressionante jardim barroco entre eles.

A partir do palácio superior, podem desfrutar-se de vistas deslumbrantes do primeiro distrito de Viena. Ao longo dos séculos, o complexo do palácio foi o lar de muitas personalidades importantes na história da Áustria. Hoje abriga arte austríaca desde a Idade Média até aos nossos dias.
O palácio superior apresenta a maior colecção do mundo de Klimt, com as pinturas "O Beijos" e "Judith", como destaque. Obras-primas de Schiele e Kokoschka, bem como obras do impressionismo francês e de Viena Biedermeier completam a exposição. Os apartamentos e camarotes do príncipe Eugene estão localizados no palácio inferior.