sábado, 17 de junho de 2017

Mausoléu de Khoja Ahmed Yasawi - Cazaquistão

Se o postal anterior da Bósnia foi uma decepção por não ser de um local UNESCO, este aqui do Cazaquistão foi uma excelente surpresa porque não estava à espera de o receber. Quer dizer, sabia que ia receber um postal da Emilia mas não imaginava que ela fosse enviar um de um local UNESCO que me faltava. 
O Mausoléu de Khoja Ahmed Yasawi entrou para a lista do património Mundial em 2003 e tornou-se o 1º local classificado do país. 
Este é o meu 1º postal de um local UNESCO do Cazaquistão e apenas o meu 3º postal do país. 

O Mausoléu de Khoja Ahmed Yasawi é um mausoléu inacabado na cidade de Hazrat-e Turkestan, no sul do Cazaquistão.
Foi mandado construir em 1389 por Tamerlão para substituir o pequeno mausoléu do século XII do famoso mestre de sufismo Khoja Ahmed Yasawi. O edificio, um dos maiores da época foi deixado inacabado após a morte de Tamerlão em 1405. Construtores persas, liderados por Khwaja Hosein Shirazi eregeram um edificio rectangular de 39 metros de altura, que coroaram com a maior cúpula alguma vez construída na Ásia Central. Esta cúpula, decorada com verde e azulejos dourados, mede 12.8 metros de diâmetro e 28 metros de altura. Actualmente é uma das mais bem preservadas construções da época timúrida. - in: wikipedia

Jakir - Bósnia

Era suposto este postal ser do único local UNESCO que me falta da Bósnia, provavelmente a Sanda pensou que é, mas não, não é. 
Estima-se que existam cerca de 60.00 stecci, túmulos medievais na Bósnia e outros 10 000 espalhados entre a Croácia, Montenegro e Sérvia. O ano passado a UNESCO classificou 22 necrópoles bósnias como Património Mundial e em nenhuma delas se encontram estas pedras tumulares em Jakir :( É uma pena mas não posso considerar este postal como sendo de um local UNESCO. 

Num campo em Jakir, perto de Glamoč, no oeste da Herzegovina, há uma pedra tumular com mais de 4 metros de altura e coberta com um turbante de 2 metros. Esta é a pedra tumular de Omer Aga Bašić, a mais alta da Bósnia e Herzegovina.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Gueto de Varsóvia - Polónia

Não foi há muito tempo que li um livro em que uma parte importante da história se passou no Gueto de Varsóvia. Como seria de imaginar, não foi uma história feliz, aliás, dificilmente terá havido naquele lugar alguma história feliz. 
Pouco restou do gueto depois da revolta em 1943 mas a Igreja de St. Agostinho continuou e continua de pé. 
O postal foi enviado pela Emanuela e pelo Cesare. 

Pouco depois da invasão alemã da Polónia, em Setembro de 1939, mais de 400 mil judeus em Varsóvia, foram confinados a uma área da cidade que era pouco mais de 1.5 quilómetro quadrado. Em Novembro de 1940, este gueto foi selado por paredes de tijolos, arame farpado e guardas armados; qualquer pessoa que fosse apanhada a tentar fugir era morta no local. 
Os nazis controlavam a quantidade de alimento que era trazido para o gueto, muito pouca obviamente, e a doença e a fome mataram milhares a cada mês. (Os guetos foram estabelecidos em cidades em toda a Europa oriental ocupada pelos nazis. O gueto de Varsóvia foi o maior da Polónia).
Em Julho de 1942, Heinrich Himmler (1900-45), chefe do corpo paramilitar nazi conhecido como Shutzstaffel (SS), ordenou que os judeus fossem levados para os campos de extermínio. (Aos judeus disseram-lhes que iam ser transportados para campos de trabalho, no entanto, depressa chegou ao gueto que a deportação para os campos significava morte.) Dois meses depois, cerca de 265 mil judeus foram deportados do gueto de Varsóvia para o campo de extermínio de Treblinka, enquanto mais de 20 mil outros foram enviados para um campo de trabalho forçado ou foram mortos durante o processo de deportação.

fot: Lech Zielaskowski
Cerca de 55.000 a 60.000 judeus permaneceram no gueto de Varsóvia, e pequenos grupos desses sobreviventes formaram unidades de autodefesa clandestinas, como a Organização de Combate Judaica que conseguiu contrabandear armas com os polacos anti-Nazis. Em 18 de Janeiro de 1943, quando os nazis entraram no gueto para preparar um grupo para transferência para um campo, foram emboscados por uma unidade ZOB. O combate durou vários dias antes que os alemães se retirassem. Depois, os nazis suspenderam as deportações do gueto de Varsóvia durante os meses seguintes.
A 19 de Abril de 1943, Himmler enviou forças SS e seus colaboradores com tanques e artilharia pesada para liquidar o gueto de Varsóvia. Várias centenas de combatentes da resistência, armados com poucas armas, conseguiram lutar contra os alemães, que superavam em número de homens e armas, durante quase um mês. No entanto, durante esse tempo, os alemães arrasaram sistematicamente os edifícios do gueto, bloco após bloco e destruindo os bunkers onde muitos residentes se tinham escondido. No processo, os alemães mataram ou capturaram milhares de judeus. No dia 16 de Maio, o gueto estava firmemente sob controle nazi, e naquele dia, num ato simbólico, os alemães explodiram a Grande Sinagoga de Varsóvia.
Cerca de 7.000 judeus pereceram durante o levante, enquanto quase 50.000 outros que sobreviveram foram enviados para campos de extermínio ou de trabalho. 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

NO-147441

Em 10 anos de Postcrossing este é apenas o 4º postal oficial que recebo de lá. Têm sido todos muito bonitos, este até estava nos meus favoritos. 

Os Glaciares mais famosos no Círculo Ártico são o Okstindan e o Svartisen. Este é um postal do Svartisen, o segundo maior glaciar da Noruega.

Foto: NK/Fjellanger Wideroe
NO-147441, enviado pela Heidi.
O glaciar de Svartisen faz parte do parque nacional de Saltfjellet / Svartisen, um dos maiores parques nacionais da Noruega. 
O Svartisen cobre 375 quilómetros quadrados de terra. O glaciar estende-se desde a região montanhosa de Saltfjellet, através de belos vales com rios tranquilos até aos fiordes e montanhas íngremes na costa.

Encontro Internacional em Tampere - Finlândia

Nos últimos dias de Maio, mais propriamente entre 26-28 de Maio, realizou-se um encontro Postcrossing na cidade finlandesa de Tampere. O encontro contou com uma pequena mas importante representação portuguesa, Ana e o Paulo e ainda a Paula e a Vitória. Recebi postais deles e a Heidi também me enviou um. 

© Virpi Pekkala
A Finlândia celebra o seu centenário este ano e para assinalar o acontecimento, têm-se realizado várias actividades ao longo do ano. Uma delas foi FINLANDIA 2017 –  uma exposição internacional de selos.

Foto: Kati Koskinen
Esta exposição foi também pretexto para um encontro internacional e o último dia do evento foi dedicado ao Postcrossing.  

terça-feira, 6 de junho de 2017

FI-2993413

Daqui a uns dias vou à Dinamarca mas a minha 1ª ideia era mesmo ir à Finlândia + Estónia.Já tinha um plano traçado e nesse plano estava incluída uma visita a Porvoo. Ainda não é desta que vou à Finlândia mas quando lá for, Porvoo vai continuar na minha lista. 

© Maria W Boström 2010
FI-2993413, enviado pela Isabel.
Fundada há quase 800 anos, Porvoo é a segunda cidade mais antiga da Finlândia e a evidência da sua longa história ainda pode ser vista e sentida ao caminhar pelas ruas encantadoras. Durante séculos, a cidade serviu de lar e fonte de inspiração para muitos artistas finlandeses.
Localizado a cerca de 50 quilómetros a leste de Helsínquia, é possível viajar da capital para Porvoo através de um barco a vapor no verão. Embora Porvoo não seja exactamente uma cidade costeira, está ligada ao Golfo da Finlândia através do rio Porvoo. O rio atravessa a cidade, passando pelos marcos mais conhecidos de Porvoo: as casas de madeira vermelhas. Originalmente, estas casas eram pintadas de vermelho em homenagem à chegada de Gustav III, o rei da Suécia.
Historicamente, Porvoo tem sido um importante centro de comércio e estas casas foram originalmente  usadas para armazenar produtos. 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Pontes de Praga

Gosto tanto de receber postais da Rep. Checa. A semana passada chegou um enviado por crianças de um infantário. Ora muito bem, assim de pequeninos é que se começa. pensei que já tinha o postal mas afinal é só muito parecido a um que um amigo me trouxe de lá. 

foto © milan@kincl.cz
CZ-1186358, enviado por Stonozka.
Praga é conhecida como a "cidade das cem torres" devido às várias torres de edifícios e igrejas medievais, mas também pode ser chamada de cidade das cem pontes.

De acordo com o site Praga.net, existem mais de trezentas pontes na cidade. Dezoito delas atravessam o rio Vltava e as outras cruzam vários rios, riachos e vales.