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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Cataratas de Victória

A semana passada recebi um envelope com o que deveria ser um postal oficial dos EUA. O postal oficial estava lá mas com ele vieram também outros dois postais dos EUA e um do Zimbabwe com as Cataratas de Victória. A autora desta surpresa foi a Sherri, com quem já tinha trocado alguns postais no forum. Ao postal dela junto um outro das cataratas enviado pelo Emerich. 
As Cataratas de Victória estão classificadas como Património Mundial tanto no lado do Zimbabwe como no lado da Zâmbia.

Photo © Karel Hrdina
As Cataratas de Victoria são uma das maiores atracções em África e uma das cataratas mais espectaculares do mundo. Situam-se no no rio Zambeze, o quarto maior rio da África, que também é a definição da fronteira entre a Zâmbia e o Zimbabwe.
Esta é a única catarata  do mundo com um comprimento de mais de um quilometro e uma altura de mais de cem metros. Considera-se também ser a maior catarata do mundo.
O ruído das cataratas pode ser ouvido a uma distância de 40 km, enquanto que os chuviscos e névoa da água que cai, sobem a uma altura de mais de 400 metros e podem ser vistos a uma distância de 50 quilómetros. Não é de admirar que as tribos locais tenham chamado às cataratas Mosi-o-Tunya "o fumo que troveja". 

Photo by Petr Hejmánek
Foi David Livingstone, um missionário e explorador escocês (1813-1873) que as descobriu em 1855, enquanto pregava o Cristianismo em África e lhes deu o nome da Rainha Victoria. Apesar de serem um obstáculo à sua missão de espalhar a fé cristã, ficou fascinado pela beleza das quedas, tendo escrito que ninguém em Inglaterra poderia imaginar a beleza do local e que provavelmente anjos estariam admirando a paisagem durante os seus voos. 
Até à chegada do comboio a Bulawayo, em 1905, pouca gente tinha visitado as cataratas. Desde então e até ao fim do domínio colonial britânico, as cataratas foram ganhando popularidade. No entanto, no final da década de 1960 o número de turistas começou a diminuir devido à luta guerrilheira no Zimbabwe. Após a independência, a região tem estado em relativa paz e as Cataratas de Victoria começaram a atrair uma nova onda de turismo.
Até o final de 1990, cerca de 300.000 pessoas foram visitar as quedas.
As cataratas foram formadas numa zona de falhas da crosta terrestre. Na crista da queda numerosas ilhas dividem o fluxo principal em vários ramos. Durante as inundações, a capacidade de escoamento da água atinge meio milhão de litros de água por minuto.
O nível da água varia ao longo do ano; que está no seu pico em Abril, no final da estação das chuvas, atingindo em média, 500.000.000 litros de fluxo de água e está no seu nível mais baixo em Outubro e início de Novembro.
Curiosamente, durante a estação seca, o nível de água no rio Zambeze cai drasticamente, e torna-se possível caminhar através de algumas partes das cataratas. No entanto, durante o resto do ano Victoria Falls é uma máquina devastadora que deslumbra a todos com o seu poder.

sábado, 11 de maio de 2013

Grande Zimbabwe

Continuo com mais um postal de um local Unesco. Já tinha um TN deste local mas agora tenho um mesmo a sério. É o meu 2º postal de um local Unesco deste país africano.

© Pavel Mikes Jr.
O Grande Zimbabwe é um complexo de amuralhados de pedra situados na região leste do Zimbabwe, perto da fronteira com Moçambique. Este complexo é considerado um monumento nacional, que deu o nome ao país onde actualmente se situa. O "Monumento Nacional do Grande Zimbabwe" foi inscrito pela UNESCO como Património Mundial em 1986.
O Grande Zimbabwe é formado por quatro construções, que podem ter sido residências, rodeadas pela Muralha Elíptica, que tem cerca de dez metros de altura e uma espessura de cinco metros em algumas partes. Esta muralha tem uma circunferência de cerca de 240 metros e um diâmetro máximo de 90 metros. - in: wikipédia

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Unescos TN do Zimbabwe

O Miguel também andou ocupado a criar postais Unesco. Estes são 4 locais do Zimbabwe. Já tenho um outro postal de um destes locais mas não me lembro qual.

 Foto: John Walker
As Cataratas Vitória são uma das mais espectaculares cataratas do mundo. Situam-se no Rio Zambeze, na fronteira entre a Zâmbia e o Zimbabwe. Têm cerca de 1,5 km de largura, e altura máxima de 128 m.
David Livingstone, explorador escocês, foi o primeiro ocidental a vê-las em 17 de Novembro de 1855 e deu-lhes o nome em honra da rainha Vitória; o nome local é Mosi-oa-Tunya, que quer dizer "fumo que troveja".
O Parque Nacional de Mosi-oa-Tunya, em conjunto com o Parque Nacional de Victoria Falls, no Zimbabwe foram inscritos na lista de Património Cultural da Humanidade mantida pela UNESCO, em 1989. - in: wikipédia

Foto: Craig Chipperfield
 Situadas na região nordeste do Zimbabwe, junto ao rio Zambeze e da fronteira com Moçambique, o Parque Nacional de Mana Pools e as áreas protegidas de Sapi e Chewore, pela sua beleza natural e riqueza em fauna, foram inscritas pela UNESCO, em1984, na lista das propriedades que são Património da Humanidade. O conjunto, com uma área de 676.600 ha (15°37' - 16°25'S, 29°08'-30°20'E), foi declarado zona de reserva em 1995 e os parques instituídos em 1963 e 1964. Esta parte do vale do Zambeze, desde a barragem de Kariba até à fronteira com Moçambique, inclui grandes porções do escarpamento do Zambeze, com enormes falésias que chegam à altitude de 1000 m acima do nível do vale. As Mana Pools são antigos canais do Zambeze, enquanto que a área protegida de Chewore se encontra junto à garganta de Mupata, com cerca de 30 km de extensão. - in: wikipédia

Foto: rhodesiansreunited
 O Monumento Nacional de Khami, 15km a oeste de Bulawayo, capital da província de Matebeleland, no sul do Zimbabwe, corresponde às ruínas duma cidade real que se desenvolveu depois do Grande Zimbabwe ter sido abandonado em meados do século XVI. A descoberta de objectos da Europa e da China revelam que Khami foi um importante centro comercial durante um longo período. Pelo seu grande significado para a história do homem, este local foi inscrito pela UNESCO em 1986 na lista dos locais que são Património da Humanidade. - in: wikipédia
Foto: Babakathy
As Colinas de Matobo, a cerca de 50 km a sul de Bulawayo, na província de Matabeleland Sul, Zimbabwe, são um conjunto de formas rochosas que se erguem acima do escudo granítico que cobre a maior parte deste país. Os grandes rochedos são abrigos naturais e têm estado associados à ocupação humana desde o início da Idade da Pedra até tempos históricos mais recentes. Neles se encontra uma das maiores colecções de arte rupestre da África Austral. - in: wikipédia

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Países e unesco novos

Sem contar com isso consegui estes 2 postais de dois países novos. Como se isso não fosse suficientemente bom, são também 2 locais unesco novos. E os países são o Zimbabwe e a Mauritânia.
Os postais foram enviados dos EUA pela Sherri e valem bem os 4 postais que lhe enviei. Foi um bom negócio :D

Este é o postal do Zimbabwe.
"O Monumento Nacional de Khami, 15km a oeste de Bulawayo, capital da província de Matebeleland, no sul do Zimbabwe, corresponde às ruínas duma cidade real que se desenvolveu depois do Grande Zimbabwe ter sido abandonado em meados do século XVI. A descoberta de objectos da Europa e da China revelam que Khami foi um importante centro comercial durante um longo período. Pelo seu grande significado para a história do homem, este local foi inscrito pela UNESCO em 1986 na lista dos locais que são Património da Humanidade.

Khami era a capital do Estado Torwa entre os séculos XV e XVII, formado por “refugiados” do colapso do Primeiro Estado do Zimbabwe.

As ruínas do sul de Khami contêm várias estruturas interessantes: plataformas de terra batida que se pensa terem servido como currais; muito perto, o “mujejeje”, uma pedra ressonante que toca como um sino; e a lindamente decorada muralha com seis metros de altura e 60 de comprimento da Plataforma do Precipício, com um desenho em xadrês ao longo de toda a sua extensão." - in: wikipédia

Oualata é uma cidade no sul da Mauritânia na região de Hodh el Charqui. A cidade actual foi fundada no século XI quando fazia parte do Império do Gana. Foi destruída em 1076 e refundada mais tarde em 1224.

As suas construções típicas com tijolo adobe obtido através de uma mistura de barros, excrementos de vaca, água e pigmento de hematita, fizeram com que a cidade fosse declarada Património da Humanidade em 1996.