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quarta-feira, 19 de outubro de 2022

MO-49770

Uma novidade no que diz respeito a postais oficiais, o meu primeiro de Macau. Curiosamente também me saiu há dias uma morada para enviar o meu primeiro oficial para lá. 

O postal é da ilha da Taipa e mostra as Casas-Museu da Taipa.

 
MO-49770, enviado pela Althea.
Aclamado como um dos oito sítios de topo de Macau, as Casas da Taipa representam o encanto do estilo arquitectónico português na Taipa. As residências portuguesas ao longo da Avenida da Praia, em conjunto com a vizinha Igreja de Nossa Senhora do Carmo e jardim, abrangem uma paisagem pitoresca na qual as cinco casas verdes sobressaem como mais representativas.
Estas cinco casas foram construídas em 1921, serviram em tempos como residências de funcionários públicos de categorias superiores, nomeadamente às famílias macaenses. Em 1992, foram reconhecidas como um complexo edificado de valor arquitectónico. Mais tarde, o Governo decidiu renovar as casas completamente e transformá-las num sítio museológico, que abriu ao público em finais de 1999 como as “Casas-Museu da Taipa”.
Em Setembro de 2016, o Governo da R.A.E. de Macau recapitalizou estes cinco edifícios, transformando-os em “Museu Vivo Macaense”, “Galeria de Exposições”, “Casa Criativa”, “Casa de Nostalgia” e “Casa de Recepções”, de poente para nascente, respectivamente. Este projecto converteu o local numa combinação de cultura e criatividade, espectáculos ao ar livre e elementos de lazer, fazendo do mesmo uma mostra não apenas da cultura dos países de língua portuguesa, mas da cultura de todo o mundo. - in: https://www.icm.gov.mo

sábado, 15 de abril de 2017

Fortaleza da Guia - Macau

Quando vi este postal pensei que já o tinha mas afinal estava enganada. É mais um dos que o Paulo enviou há dias.

Construída entre 1622 e 1638, esta fortaleza desempenhou, a par da Fortaleza do Monte, um papel crucial na defesa da cidade contra a tentativa de invasão dos holandeses, em 1622. 

No seu interior encontram-se a Capela da Guia, construída por volta de 1622, e o Farol da Guia, o mais antigo dos mares do sul da China, construído em 1865. As coordenadas geográficas de Macau estão registadas com base na localização exacta do farol. 
A Capela da Guia foi originalmente gerida por freiras clarissas, que residiram no local antes da fundação do Convento de Santa Clara. Em 1998, no decorrer da realização de trabalhos de conservação, foram descobertas pinturas murais no seu interior. Estes frescos ilustram temas quer ocidentais quer chineses, com motivos de inspiração religiosa e mitológica que são um exemplo perfeito da dimensão multicultural de Macau.
A Fortaleza da Guia, a Capela e o Farol são símbolos do passado marítimo, militar e missionário de Macau. - in: http://www.macauheritage.net/pt/HeritageInfo/HeritageContent.aspx?t=M&hid=75

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

CN-510169

Tive de investigar um bocadinho para descobrir o nome desta capela mas acabei por descobrir. Trata-se da A Capela de Nossa Senhora da Penha, localizada na Colina da Penha em Macau.

CN-510169, enviado pelo Danbo.

A Capela de Nossa Senhora da Penha, também conhecida como a Ermida de Nossa Senhora da Penha e como a Capela de Nossa Senhora do Bom Parto, foi construída em 1622 (ano da invasão holandesa a Macau) pela tripulação e passageiros de um barco que quase havia sido capturado pelos holandeses, por cima de uma colina, ao lado do baluarte de Nossa Senhora do Bom Parto. Antigamente, a capela servia como local de peregrinação para marinheiros católicos que embarcavam para uma viagem perigosa.

A capela foi completamente reconstruída, juntamente com o paço episcopal (residência do bispo de Macau), em 1837, continuando a manter a sua traçada simples. Em 1892, a capela começou a ser ampliada, depois de ser demolido o baluarte. Em 1935, o Bispo Cardeal D. José da Costa Nunes completou a amplificação e reedificação da capela e inaugurou a magnífica torre sineira.

No adro da capela foi erguida uma estátua da Nossa Senhora do Bom Parto, feito em mármore, de mãos fechadas, de face serena e olhando para o mar, como se ela estivesse a oferecer protecção aos marinheiros e pescadores, sendo essa a razão por que lhe foi dada o nome de "Bom Parto". - in: wikipédia

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Ruínas de São Paulo - Macau

Nestes últimos dias a minha colecção tem aumentado bastante. Tenho recebido bastantes postais mas também tenho comprado alguns. Entre os que têm chegado, vários são os unesco. Aqui ficam mais um.

Realmente as meninas gtky viajam muito, a Relie é mais uma delas. Foi até Hong Kong e de lá foi passar um dia a Macau. Sabendo que colecciono postais unesco, enviou-me este bonito postal de lá.

As Ruínas de São Paulo são o que resta da antiga Igreja da Madre de Deus e do Colégio de São Paulo, destruídos por um incêndio em 1835. A antiga Igreja da Madre de Deus, o Colégio de São Paulo e a Fortaleza do Monte, foram construídas pelos jesuítas e este conjunto era conhecido como a "Acrópole de Macau". Até aos nossos dias chegou esta imponente fachada e a escadaria de 68 degraus, consideradas o símbolo máximo da cultura ocidental-cristã em Macau.
Estas ruínas são umas da Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo e são Património Mundial desde 2005.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

CN-61989

Ontem recebi este oficial da China que é de Macau, o meu 1º postal de Macau. Preferia um postal com um edíficio ou paisagem local mas como mostra um festival ainda escapa ;)


Este é o Festival do Dragão Embriagado, a mais estranha das festividades chinesas, tendo possivelmente as suas origens num qualquer ritual exorcista. É uma festividade originária da Dinastia Qing, que só se comemora em algumas localidades Macau.
Tudo começa bem de manhã no templo do Kuan Tai junto ao Mercado de S.Domingos (perto do Largo do Senado) com os membros das associações de pescadores a levarem a cabo uma dança com uma cabeça de madeira, patas e cauda de dragão. Os participantes na dança começam a ingerir álcool em grandes quantidades (aguardente de arroz ou cerveja), antes de darem início a dança, para que possam executa-la com êxito. Dirigem-se em grande movimento e alarido para a zona do Porto Interior, visitando os seus moradores e as lojas que se situam à borda de água. Em cada uma das paragens ingerem ainda mais bebidas alcoólicas até não poderem avançar mais e serem substituídos por colegas seus que continuam com este curioso desfile.
"Na origem desta celebração parecem existir várias versões de uma mesma lenda. Segundo uma destas versões, um homem terá caído ao rio onde vivia uma serpente enorme que molestava constantemente as populações ribeirinhas. Os habitantes destas povoações socorreram o malogrado homem, retirando-o da água. Na tentativa de o reanimar e tentando aquecê-lo, deram-lhe de beber aguardente, levando-o a um estado de embriaguez tal que, completamente fora do seu estado de sobriedade, desafiou a serpente e venceu-a, cortando-a aos pedaços.
No entanto, a mais popular das versões, conta que terá sido o próprio Buddha quem terá cortado o dragão em três partes enquanto o animal se encontrava a banhar no rio, ficando as duas extremidades separadas do corpo. Mais tarde, um pescador embriagado, apanhou nas sua redes, durante a sua faina diária, a cabeça e a cauda do dragão: as únicas partes que sobraram do corpo do animal." - in: http://existiremmacau.blogspot.com/2007/05/festa-do-drago-embriagado.html