sábado, 31 de agosto de 2019

Catedral Latina de Lviv - Ucrânia

Mais um postal enviado por Ana. Ela diz que a Ucrânia é adorável e bem diferente de outros países. Eu só estive em Kiev durante umas horas há uns anos atrás. Não consegui ver muita coisa da cidade por causa do mau tempo. Para além do pouco que vi o que mais me lembro são as pessoas e como todos foram super amigáveis.
Este postal não é de Kiev mas sim de Lviv, a maior cidade do oeste da Ucrânia e a sétima maior cidade do país.

© photo by Yurko Dyachyshyn
A Basílica da Assunção da Virgem Maria, geralmente chamada simplesmente de Catedral Latina, é uma catedral católica romana do século XIV, localizada na Cidade Velha de Lviv.
Em 1360, o rei Casimiro III da Polónia iniciou a construção da igreja actual, construída em estilo gótico, para ser a catedral da recém-criada diocese latina. As obras continuaram ao longo do século XV e, em 1481, a Catedral foi finalmente consagrada.
A Catedral Latina é uma das duas únicas igrejas em Lviv que não foram fechadas ou sujeitas ao Patriarcado moscovita durante o domínio soviético (a outra era a igreja católica romana de Santo António em Lychakiv), mas durante esse período os bispos residiram em Lubaczów, uma cidade no sudeste da Polónia, perto da fronteira com a Ucrânia. Em 1991, o papa João Paulo II reactivou a diocese.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Aldeia em Troodos - Chipre

A primeira coisa que me salta à vista neste postal é são os selos, ou melhor, o preço dos selos. 0.66€! Não chega a ser tão barato como em Malta mas não deixa de ser um preço bem agradável. Assim de repente deu-me vontade de ir a Chipre comprar e enviar postais. 
Não terá sido exclusivamente por causa disso que a Ana visitou este país mas acredito que tenha enviado bastantes postais de lá. Eu recebi este de uma aldeia nas montanhas de Troodos. 

Nikolas Lambrou editions and photography
As ruas estreitas e arquitectura tradicional são algumas das características das aldeias de Troodos.  Localizadas nas encostas das montanhas, localizam-se principalmente no meio de pomares, vinhas e pinheiros, com os correspondentes aromas e cheiros. Estas aldeias rurais são conhecidas pela hospitalidade calorosa e pela culinária local tradicional.

Parque Nacional dos Lagos Plitvice - Croácia

Fazer as malas é algo que não custa à Celina, anda sempre de um lado para o outro e uma das suas última viagens foi aos Balcãs onde visitou a Croácia, Bósnia e Montenegro (inveja). Na Croácia, entre outros locais, visitou os Lagos Plitvice (inveja outra vez). Preciso de arranjar companhia para ir visitar aquela região, alguém se candidata?
Para além do postais enviado pela Celina, já tinha outros postais dos lagos, o primeiro chegou em 2008 enviado pela Gosia. 

O Parque Nacional dos Lagos Plitvice, situado no norte da Croácia, na região de Lika, é conhecido pelos seus dezasseis belos lagos, ligados entre si por cascatas. Fundado em 1949, o parque é reconhecido como Património Mundial da Humanidade desde 1979.


O parque tem uma superfície de cerca de 30.000 hectares, 22.000 deles cobertos de bosques. A zona que se pode visitar encontra-se no centro do parque. São 8 km² de vale povoado de bosques e 16 lagos com diferentes altitudes que se comunicam através de 92 cataratas. Os 16 lagos estão divididos em 12 lagos superiores (que são os maiores) e 4 lagos inferiores.
A sua geologia incomum é o resultado de milhares de anos de água fluindo sobre calcário e giz para criar barragens de travertino naturais. 

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Islândia

Islândia, a terra do gelo e do fogo, de vulcões e glaciares, cascatas e fiordes, a natureza no seu estado mais puro e cru. Dá vontade de ir já para lá, não dá?? Só há um pequeno senão, a Islândia é um dos destinos mais caros do mundo e só por esse motivo não está na minha lista de países a visitar em breve. Talvez um dia faça como a Gemma, que lá esteve há poucas semanas, esqueça o orçamento e vá viver uma experiência única. 

© Photo: Ingimar Thorhallsson
Na próxima carta que me enviar, a Gemma vai fazer-me um relatório completo desta viagem. Antes dessa carta chegar, chegou este postal com algumas belas paisagens islandesas.
No sentido dos ponteiros do relógio: a Montanha Vestrahorn; papagaios do mar; a cascata Seljalandsfoss, uma das mais fotogénicas das cascatas islandesas e única por ser possível caminhar por detrás dela; a cascata Skógafoss e Reynisdrangar, uns rochedos de basalto situadas perto da aldeia Vík í Mýrdal. 

sábado, 17 de agosto de 2019

Encontros em França

Com uma diferença de poucos dias e uma distância de mais de 900 km's, no mês de Julho realizaram-se dois encontros que contaram com a presença de duas das nossas emigrantes postcrossers, a Raquel e a Joana. 

 poster XXL
No passado dia 27 de Julho a Raquel viajou de Bruxelas e atravessou a fronteira para participar num encontro em Lille. 

Uns dias antes a Joana juntou um outro grupo de postcrossers na cidade onde vive, Mont de Marsan. 
Obrigada às duas.

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Azeitão

Os encontros postcrossing acontecem em todo o lado, com muita ou pouca gente mas sempre como muita animação. Foram apenas 4 os postcrossers que se reuniram em Azeitão no passado sábado, a Gracinha, o João, o Luís e a Filipa (creio ser este o nome). Poucos mas bons!! Agradeço aos 4 o meu 1º postal de Azeitão. 

Seria interessante saber de que ano é este postal. Naquela altura o Palácio dos Duques de Aveiro ainda estava em bom estado, actualmente encontra-se, segundo a wikipédia, ao abandono. 

O palácio dos Duques de Aveiro é um edifício majestoso do Renascentismo Clássico. Foi mandado construir por D. Jorge de Lancastre entre os anos de 1521/37.
O seu destino ficou marcado no dia 12 de Janeiro de 1759 quando foi confiscado juntamente com todos os bens da família Távora que era proprietária do palácio nessa altura, tendo sido esta a única propriedade que foi poupada à demolição embora o brasão tivesse sido picado.
Do interior palaciano pouco mais resta para além dos amplos salões, com os seus silhares de azulejos a meia altura, visto que o palácio foi saqueado aquando da prisão do último duque de Aveiro, acusado de envolvimento no atentado contra D. José, em 1758. A maior parte destes belos azulejos data já do século XVII (...). - in: wkipédia

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Ponte Romana de Chaves

Estive em Chaves há uns anos e claro atravessei umas quantas vezes esta ponte e demorei-me a tirar fotografias. Sou capaz de lá voltar em breve. 
Gostei muito de Chaves e gostei muito destes postais enviados pela Paula, pelo Emanuel e pela Sofia. O da Sofia foi enviado durante o encontro de aniversário do Postcrossing que se realizou o mês passado em Chaves. 

Situada sobre o magnífico Rio Tâmega, bem no centro da cidade de Chaves, esta é uma fantástica obra Romana também conhecida por “ponte de Trajano”.
O monumento foi construído entre finais do século I e inícios do século II d.C., durante o processo de romanização da região, coincidindo com a vigência do imperador Marco Ulpio Trajano (c. 53-117).
Por estas alturas, Aqua Flaviae (Chaves) era uma importante localidade Romana, com um grande centro termal e boas estruturas viárias e civis.


Foto: Oswaldo Santos
A ponte tem sido objecto de posteriores obras de restauro e remodelações ao longo dos séculos, tendo mesmo sido destruída parcialmente por uma cheia no século XVI.
Hoje em dia são apenas visíveis 12 arcos de volta perfeita, numa extensão máxima de aproximadamente 100 metros. 

Foto: Oswaldo Santos www.papyrus.pt
A meio do tabuleiro… estão duas colunas atribuídas aos imperadores Titus Flavius Vespasianus (c. 9-79) e Trajano. Pensa-se que estas colunas possam provir de outro local, talvez de umas das extremidades da própria ponte. As colunas são de grande valor histórico, pois ostentam várias referências às comunidades envolvidas na sua edificação.
Em 2001 foi descoberto um troço de cinquenta metros de calçada romana na actual Rua Cândido dos Reis, de acesso à ponte. - in:
http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-ponte-romana-de-chaves-trajano-15805