quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Diamantina - Brasil

Quando fui ao Brasil visitei 3 dos 4 locais UNESCO de Minas Gerais, Ouro Preto, o Santuário de Congonhas e Pampulha, só ficou para trás Diamantina por ser demasiado distante. Foi precisamente com este postal de Diamantina que a Luzia me desejou um Feliz Natal. 

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, foi edificada em 1731 pela Irmandade com o mesmo nome. É um dos templos mais antigos de Diamantina. Apresenta uma fachada simples, porém, guarda um altar folheado a ouro.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Machu Pucchu - Peru

É impossível ir ao Peru e não ir à sua atracção turística mais famosa, Machu Picchu.
Machu Picchu foi declarado um santuário histórico peruano em 1981, um Património Mundial da UNESCO em 1983 e em 2007 foi eleito uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo.
Além do postal de Titicaca, a Ara também enviou um postal de Machu Picchu. O outro foi enviado por Veronika há alguns anos.

Fotografia: © Hennry Abanto
Inserido numa paisagem dramática no ponto de encontro entre os Andes peruanos e a Bacia Amazónica, o Santuário Histórico de Machu Picchu está entre as maiores conquistas artísticas, arquitectónicas e de uso da terra, e o legado tangível mais significativo da civilização Inca.
Construído no século XV, Machu Picchu foi abandonado quando o Império Inca foi conquistado pelos espanhóis no século XVI. Só em 1911 é que o complexo arqueológico foi dado a conhecer ao mundo exterior.
As cerca de 200 estruturas que compõem este excepcional centro religioso, cerimonial, astronómico e agrícola, estão situadas numa encosta íngreme, atravessadas por terraços de pedra. Seguindo um plano rigoroso a cidade é dividida numa parte inferior e superior, separando a agricultura de áreas residenciais, com uma grande praça entre os dois.

Até hoje, muitos dos mistérios de Machu Picchu permanecem sem solução, incluindo o papel exacto que pode ter desempenhado na compreensão sofisticada dos Incas de astronomia e domesticação de espécies de plantas selvagens.
A arquitectura maciça mas refinada de Machu Picchu mistura-se excepcionalmente bem com o ambiente natural deslumbrante, com o qual está intrinsecamente ligada. Numerosos centros subsidiários, um extenso sistema rodoviário e de trilhas, canais de irrigação e terraços agrícolas dão testemunho de um uso humano de longa data. A topografia acidentada que torna algumas áreas de difícil acesso, resultou num mosaico de áreas usadas e diversos habitats naturais. As encostas orientais dos Andes tropicais com os seus prados de "Puna" de altitude elevada e matas de Polylepis, as florestas de nuvem e as florestas de planície tropicais são conhecidas por abrigar uma rica biodiversidade e alto endemismo de significado global. 
Apesar do seu pequeno tamanho, a propriedade contribui para a conservação de um habitat muito rico e diversidade de espécies. 

Lago Titicaca - Peru

A minha próxima ida à América do Sul pode muito bem ser ao Peru. Não sei quando será, mas por vontade da minha amiga Telma, era já este ano. Não, não vai ser, mas nunca se sabe se não vai ser o ano que vem. A Ara foi lá em Outubro passado e enviou um postal do Lago Titicaca. O outro foi enviado pela Mery em 2008.
O ano passado a Telma foi até à Bolívia e foi até ao Titicaca, aposto que também vai querer ir ao lado peruano do lago.

Fotografia: © Hennry Abanto
Localizado entre a Bolívia e o Peru, o Lago Titicaca é um dos lagos mais fascinantes do mundo. Ele está situado a uma altitude de mais de 3800 metros acima do nível do mar. 
Ao visitar o Lago Titicaca, a cidade de Puno, no lado peruano do lago, é o melhor lugar para ficar. Puno é um lugar interessante para visitar, pois é a capital do folclore do Peru.

O Lago Titicaca é um lugar sagrado para a civilização Inca, diz-se que o primeiro rei Inca, Manco Capac, nasceu aqui. De acordo com a mitologia inca, este é o lugar onde o mundo foi criado, quando o deus Viracocha saiu do lago e criou o sol, as estrelas e as primeiras pessoas.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Mesquita Hassan II, Casablanca - Marrocos

E com este postal de Marrocos, termino o passeio por África. Este é o último dos postais trocados com o Andrzej. 

Maroc Infini
Foi desenhada pelo arquitecto francês Michel Pinseau e os trabalhos de construção começaram em 12 de Julho de 1985. Foi inaugurada em 30 de Agosto de 1993. Nos trabalhos de construção estiveram envolvidas cerca de 2500 pessoas e 10000 artesãos marroquinos, que trabalharam com mármore, granito, madeira, mosaicos, estuque e outros materiais para elaborar os tectos, pavimentos, colunas, etc. O custo aproximado da mesquita foi de 5494 milhões de dirham (cerca de 504,85 milhões de euros). A sua localização (junto ao mar) deve-se a Hassan II se ter inspirado no seguinte versículo do Corão: "O trono de Deus encontrava-se sobre a água".
Conta com as últimas tecnologias como resistência sísmica, tecto que se abre automaticamente, soalho aquecido e portas eléctricas. É das poucas mesquitas do mundo muçulmano que permite a visita a turistas não muçulmanos. - in: wikipédia

Koutammakou - Togo

Receber um postal de África é sempre bom, receber um postal de um local UNESCO africano é ainda melhor mas receber um postal de um local UNESCO africano enviado de lá, é motivo para andar aos saltos pela casa, ainda mais se esse postal tiver sido enviado no dia dos teus anos. Este belo postal do Togo foi enviado de lá no dia 23 de Novembro do ano passado. Enviei 3 postais ao Mikee para que ele me enviasse um postal do Togo, devo dizer que valeu muito a pena. 

Photo: F3.JR3. Amoah / E.R. ©
A região Koutammakou no nordeste do Togo, estendendo-se para o vizinho Benin, é o domínio dos Batammariba (também chamados Katammariba ou Temberma), onde se encontram as famosas casas de barro em forma de torre, chamadas Takienta (ou Tatas), únicas em África, e que se tornaram um símbolo de Togo. Nesta paisagem cultural, de 50 mil hectares, a natureza está fortemente associada aos rituais e crenças esta população, que utiliza os seus recursos de forma harmoniosa e, por essa razão, foi inscrita na lista do Património Mundial pela UNESCO, em 2004. 
As Takienta são circulares e têm geralmente dois andares, por vezes encimadas por um celeiro, também feito de terra, de forma quase esférica. Outras têm telhado plano e outras ainda são cobertas por capim, numa forma cónica. O conjunto da habitação compreende sempre um celeiro, um estábulo para as cabras e um pátio usado para as cerimónias rituais. A aldeia, de que Nadoba é um exemplo bem conhecido e procurado pelos turistas, inclui ainda outros espaços cerimoniais, como fontes, rochas, locais para os ritos de iniciação e, por vezes, catacumbas para os seus mortos. - in: wikipédia

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Cataratas de Victória

A semana passada recebi um envelope com o que deveria ser um postal oficial dos EUA. O postal oficial estava lá mas com ele vieram também outros dois postais dos EUA e um do Zimbabwe com as Cataratas de Victória. A autora desta surpresa foi a Sherri, com quem já tinha trocado alguns postais no forum. Ao postal dela junto um outro das cataratas enviado pelo Emerich. 
As Cataratas de Victória estão classificadas como Património Mundial tanto no lado do Zimbabwe como no lado da Zâmbia.

Photo © Karel Hrdina
As Cataratas de Victoria são uma das maiores atracções em África e uma das cataratas mais espectaculares do mundo. Situam-se no no rio Zambeze, o quarto maior rio da África, que também é a definição da fronteira entre a Zâmbia e o Zimbabwe.
Esta é a única catarata  do mundo com um comprimento de mais de um quilometro e uma altura de mais de cem metros. Considera-se também ser a maior catarata do mundo.
O ruído das cataratas pode ser ouvido a uma distância de 40 km, enquanto que os chuviscos e névoa da água que cai, sobem a uma altura de mais de 400 metros e podem ser vistos a uma distância de 50 quilómetros. Não é de admirar que as tribos locais tenham chamado às cataratas Mosi-o-Tunya "o fumo que troveja". 

Photo by Petr Hejmánek
Foi David Livingstone, um missionário e explorador escocês (1813-1873) que as descobriu em 1855, enquanto pregava o Cristianismo em África e lhes deu o nome da Rainha Victoria. Apesar de serem um obstáculo à sua missão de espalhar a fé cristã, ficou fascinado pela beleza das quedas, tendo escrito que ninguém em Inglaterra poderia imaginar a beleza do local e que provavelmente anjos estariam admirando a paisagem durante os seus voos. 
Até à chegada do comboio a Bulawayo, em 1905, pouca gente tinha visitado as cataratas. Desde então e até ao fim do domínio colonial britânico, as cataratas foram ganhando popularidade. No entanto, no final da década de 1960 o número de turistas começou a diminuir devido à luta guerrilheira no Zimbabwe. Após a independência, a região tem estado em relativa paz e as Cataratas de Victoria começaram a atrair uma nova onda de turismo.
Até o final de 1990, cerca de 300.000 pessoas foram visitar as quedas.
As cataratas foram formadas numa zona de falhas da crosta terrestre. Na crista da queda numerosas ilhas dividem o fluxo principal em vários ramos. Durante as inundações, a capacidade de escoamento da água atinge meio milhão de litros de água por minuto.
O nível da água varia ao longo do ano; que está no seu pico em Abril, no final da estação das chuvas, atingindo em média, 500.000.000 litros de fluxo de água e está no seu nível mais baixo em Outubro e início de Novembro.
Curiosamente, durante a estação seca, o nível de água no rio Zambeze cai drasticamente, e torna-se possível caminhar através de algumas partes das cataratas. No entanto, durante o resto do ano Victoria Falls é uma máquina devastadora que deslumbra a todos com o seu poder.

Deserto do Namibe - Namíbia

Dois dos meus três postais da Namíbia são deste deserto, o Namibe.
O 1º postal foi enviado pelo Andrzej e o 2º pela Sandra. 

Mark Van Aardt Photography ©
 O Deserto do Namibe é um deserto situado na Namíbia e no sudoeste da Angola. O nome namib, tem a sua origem numa das línguas san locais, o khoekhoegowab, e significa "lugar vasto", o que faz jus à realidade já que de facto o deserto ocupa uma área de cerca de 80 900 km², estendendo-se por 1600 km ao longo do litoral do Oceano Atlântico no sul de Angola e na Namíbia. A sua largura leste-oeste varia de 50 a 180 kms.

Photo by Harald Mielke © ADMOS Verlags-AG
É considerado como sendo o mais antigo deserto do mundo, tendo permanecido em condições áridas ou semi-áridas há pelo menos 55 milhões de anos. A sua aridez é causada pela descida de ar seco arrefecido pela fria corrente de Benguela que passa na costa do Namibe podendo chegar a até 60 °C. Menos de 1 cm de chuva cai anualmente e o deserto é quase completamente estéril.
Embora o deserto seja na sua maior parte desabitado, há povoações em Sossusvlei próximos de um grupo gigante de dunas de areia, que ultrapassa os 340 m de altura e são as mais altas dunas de areia do mundo. - in: wikipédia