terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Ilha do Corvo

Todos sabemos, julgo eu, que a ilha mais pequena dos Açores é o Corvo. Com uma área de 17 km quadrados (cerca de 6 km de comprimento e 4 km de largura), para além de ser a mais pequena é também a que se situa mais a norte no arquipélago. 
Estes postais não vieram do Corvo mas sim da Terceira, onde vive a Lurdes.

© VerAçor Lda * Nuno Sá
 Foi formada por um só vulcão, que esteve activo pela última vez há cerca de dois milhões de anos. 
A descoberta do Corvo está muito ligada com a da sua ilha vizinha Flores, pensa-se que foi por volta de 1450. No entanto, o seu povoamento só se iniciou no século XVI, pois a ilha era muito isolada e não tinha um porto seguro. Com o passar dos séculos, Corvo ficou conhecido como sendo um dos refúgios favoritos dos corsários, pois que que, por uma questão de sobrevivência, os habitantes providenciavam comida e consertavam as suas embarcações em troca de protecção. Vila Nova do Corvo, o centro administrativo da ilha, é a mais pequena comunidade da Europa, com foral recebido em 1832 do Rei D. Pedro IV, em sinal de agradecimento pelo apoio recebido durante os conflitos entre Liberais e Absolutistas.
urante o seu apogeu nos finais do século XIX, a ilha contava com cerca de 1000 habitantes. A principal fonte de rendimento para os actuais 400 habitantes continuam a ser a agricultura e a criação de gado, resultando daí a produção de queijo que ainda hoje lidera a lista dos principais produtos. Na realidade, o número de vacas existentes na ilha é mais do que o dobro por habitante! - in: http://www.azores-islands.info/p/places/corvo/corvo.html

© VerAçor Lda * Nuno Sá

Estes três moinhos de vento, são uma das atracções da ilha. Com hastes de madeira são originários do séc. XIX e pertencem ao Inventário do Património Histórico e Religioso da ilha. Do local onde estão situados, tem-se uma boa visão sobre a vizinha Ilha das Flores, que fica a uma distância de 17,9 quilómetros. 

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Castelo de San Pedro de la Roca - Cuba

Há umas semanas ganhei no FB uma lotaria do Zé Pombal, cujo prémio foi o 1º destes postal do Castelo de San Pedro de la Roca em Santiago de Cuba. Já não me lembro de quem enviou o outro postal mas é possível que tenha sido o Manú. 

 mcphoto.blogspot.es
Esta fortaleza do século XVII, situada num promontório rochoso na costa da cidade de Santiago, é o monumento mais bem preservado da arquitectura militar hispano-americana.
Giovan Battista Antonelli, membro de uma família milanesa de engenheiros militares, projectou-a em 1637, inspirado em princípios de design italianos e renascentistas.
Foi estabelecido principalmente para  proteger a cidade contra rivais comerciais e políticos na região das Caraíbas, colónias europeias e piratas invasores. Possui uma forte série defensiva com fortes, barricadas, citadelas, arsenal e baterias.

Photo by A. Cavalli
Devido ao trabalho esporádico de construção, a conclusão da cidadela levou quase 42 anos. Apesar dos muitos ataques e desastres naturais como terremotos, este enorme complexo histórico de fortificações ainda está de pé.
O castelo passou por um enorme projecto de restauração na década de 1960. Hoje é um dos melhores castelos preservados da América, bem como o melhor exemplo de uma fortaleza renascentista. 
Está classificado como Património Mundial da UNESCO desde 1997. 

Paraty - Brasil

Em 2012 quando recebi os dois primeiros postais de Paraty, enviados pela Déa, disse que quando fosse ao Brasil iria lá. Os anos passaram, eu já fui ao Brasil, não fui a Paraty e entretanto chegou outro postal de lá, este enviado pela Luzia. Com estes postais, tudo o que já me falaram de lá, com as imagens que já vi na net e pelo facto de estar na lista de tentativas da Unesco, tem tudo para ser um daqueles lugares muito a meu gosto, logo, Paraty continua na minha lista.

Design / Foto: H. Seelaender
 Paraty situa-se no litoral oeste do estado do Rio de Janeiro. 
Ao contrário do que aconteceu na maioria das cidades do Brasil, Paraty foi uma cidade planejada. Engenheiros militares portugueses, cientes da vocação portuária da cidade e da necessidade de defesa do local, definiram como seriam as ruas e onde ficariam as igrejas, praças, cadeia, câmara, fortes e as áreas residenciais. Seguiram o padrão das cidades portuguesas onde as igrejas serviam de balizamento e pólo de atracção residencial. 

Foto: Paulo Laborne
 As casas foram construídas acima do nível da rua por causa da invasão das águas das marés, previstas para entrar e limpar a cidade, principalmente dos estrumes de cavalos e burros de cargas que constantemente passavam pela cidade. 
O calçamento das ruas de Paraty com pedras irregulares - conhecido como pé-de-moleque - começou no século XVIII, graças ao desenvolvimento trazido pelo ciclo do ouro. Entretanto, foi a riqueza gerada pelo ciclo do café que terminou por calçar todas as ruas. As pedras eram necessárias porque as tropas de mulas, carregadas com ouro ou café, faziam grandes atoleiros nos dias de chuva e nuvens de poeiras nos dias de sol. - in: http://www.paraty.tur.br/centro_historico.php

 Design / Foto: H. Seelaender
Esta é a Rua da Praia e faz-me lembrar algumas ruas de Angra do Heroísmo. Em certas alturas, esta rua é inundada pelas águas da maré alta, que refletem o seu casario, espectáculo que atrai a atenção dos turistas. Já tem a minha atenção, só falta a minha visita.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Baiana - Brasil

Para me desejar um bom ano a Luzia enviou este postal com uma baiana bem velhinha na Festa de Iemanjá. Esta festa aconteceu há poucos dias, 2 de Fevereiro, e é uma das mais populares em Salvador. 

Foto By Lita Cerqueira
A Baiana de acarajé (ou simplesmente Baiana) é como são chamadas as mulheres que se dedicam ao ofício tradicional de vender acarajé e outras iguarias das culinárias africana e afro-baiana.
Mulheres em sua maioria negras e com forte identidade nas religiões de matriz africana, conseguiram a regularização da profissão junto aos poderes públicos. Uma das principais figuras típicas do Brasil, chega a ter uma caracterização recorrente nos desfiles das escolas de samba do país. Em 2012, as baianas foram reconhecidas como Patrimônio Imaterial da Bahia e tiveram seu ofício incluído no livro de Registro Especial dos Saberes e Modos de Fazer, do Instituto do Património Artístico Cultural da Bahía. - in: wikipédia

Castelo de Nagoya - Japão

Duas vistas diferentes do castelo de Nagoya, na Província de Aichi, região de Chūbu, no Japão. 
O 1º postal chegou há dias enviado pela Hiroko e o 2º chegou já há 6 anos e foi enviado pelo(a) Kenji.



A sua estrutura primitiva do castelo foi erguida por Shiba Yoshimune, por volta de 1525. Foi conquistado por Oda Nobuhide a Imagawa Ujitoyo em 1532, porém abandonado posteriormente.
Em 1610 Tokugawa Ieyasu ordenou aos diversos daimio que o auxiliassem na construção de um novo castelo no local. Essa nova estrutura foi concluída em 1612.
Sobre a cúpula do castelo encontram-se os dois delfins dourados (kinshachi, em japonês), que se afirma serem um símbolo da autoridade do senhor feudal.

Durante a Segunda Guerra Mundial o castelo foi completamente destruído por um incêndio, perdendo-se a maioria de seus objetos de valor; contudo algumas pinturas sobreviveram e encontram-se preservadas até aos nossos dias.
Os trabalhos de reconstrução do castelo foram concluídos em 1959. - in: wikipédia

domingo, 4 de fevereiro de 2018

JP-1057972

Kompirasan, formalmente conhecido como Kotohira-gu, é o principal santuário dos vários santuários de Kompira encontrados por todo Japão que são dedicados a marinheiros e à vida no mar. Localizado na encosta arborizada do Monte Zozu em Kotohira, para se chegar ao santuário têm de se subir 1.368 degraus de pedra.
 Após 365 degraus, chega-se ao Portão Omon.

JP-1057972, enviado por Sihori.
Ao longo doss séculos, Kompirasan foi reverenciado como uma mistura entre um santuário Xintoísta e um templo budista, até que foi oficialmente declarado um santuário no início do período Meiji durante os esforços do governo para separar as duas religiões. No entanto, a antiga simbiose ainda é visível na arquitectura de Kompirasan, que exibe elementos xintoístas e budistas.
Apesar de estar entre as subidas de santuário mais desafiadoras no Japão, Kompirasan é um local muito popular, sendo visitado por peregrinos de todo o país.

RU-6165577

Já é a segunda vez que recebo um postal da Arménia como oficial da Rússia. Não me importo mesmo nada e aliás, ambos os postais são fantásticos. 

Vista do Mosteiro Khor Virap com o Monte Ararat como pano de fundo.

RU-6165577, enviado pela Anastasia.
O mosteiro Khor Virap é um dos destinos turísticos mais populares da Arménia. Situa-se diante dos flancos  do Monte Ararat oferecendo uma vista espectacular da montanha, o símbolo nacional da Arménia.
É onde Grigor Luisavorich (São Gregório Iluminador) esteve preso durante 13 anos antes de curar o rei Trdat III de uma doença. Isso causou a conversão do rei e da Arménia na primeira nação oficialmente cristã do mundo no ano 301. Para além da igreja principal, é possível visitar a cela subterrânea onde São Gregório preso.