quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Azay-le-Rideau - França

Uma das próximas viagens a França, seja lá ela quando for, terá de ser para ir ao Monte St. Michel ou ao Vale do Loire. Para quem gosta de palácios e castelos, o difícil será escolher quais visitar ao longo do vale. Pequeno mas muito bonito, o castelo de Azay-le-Rideau pode ser uma opção.
O 1º postal foi uma surpresa enviada pelo Zé Pombal e o 2º foi enviado pela Agnes há 10 anos!!

Photo: Marcel Chevret
Construído no início do século XI, o castelo de Azay-le-Rideau foi queimado durante a Guerra dos Cem Anos e depois reconstruído durante o reinado de François I, por um rico financeiro.

Uma verdadeira síntese entre a arte francesa de construção e as inovações da arquitectura italiana, o Château de Azay-le-Rideau é uma autêntica obra-prima do Renascimento. 
Situado numa ilha no meio do rio Indre, este castelo tornou-se um dos mais populares dos castelos do Vale do Loire.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Igrejas de Auvergne - França

Mais um postal que o Óscar comprou a caminho de Portugal. Infelizmente, não visitou nenhuma destas igrejas na região de Auvergne. 

www.editions-debaisieux.fr
As igrejas são:
- Igreja de São Astremónio em Issoire, século XII;
- Igreja de São Nectário, na cidade com o mesmo nome. Também data do século XII;
- Basílica de Nossa Senhora de Orcival em Orcival, igualmente do século XII e românica como as duas anteriores;
- Catedral gótica de Clermont-Ferrand;
- Basílica de Nossa Senhora do Porto, também em Clermond-Ferrand. Foi construída e reconstruída em estilo românico entre os séculos VI e XII;
- Catedral de Saint-Flour. Construída entre 1398 e 1466 em estilo gótico. 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Gruta de Villars - França

Desde pequena que gosto de explorar e visitar grutas, a falta de espaço e luz não me fazem confusão nenhuma. O Damien também parece gostar. Há pouco tempo enviou-me um postal das grutas de Lascaux e há poucos dias chegou este da Gruta de Villars que ele visitou há umas semanas. 

Edition Christophe Levillain
A gruta de Villars situa-se no departamento da Dordonha, região da Aquitânia. Até hoje estão explorados cerca de 13 km de terreno.
O rio subterrâneo cavou enormes salas ligadas entre si por passagens, criando fantásticas paisagens naturais.
As pinturas pré-históricas foram descobertas em 1958. 
Há mais de 19000 anos atrás, os homens de Cro-Magnon andavam pelo maciço de Cluzeau. Esses homens pré-históricos desenvolveram um mundo cultural complexo que se expressou através da expressão artística.
Em Villars, os artistas pré-históricos usavam manganês (pigmento natural preto) que foi reduzido a um pó e combinado com um aglutinante. Algumas pinturas, como a rotunda dos cavalos, estão cobertas por um filme fino de calcite, dando-lhe a sua tonalidade azul específica. Para além de cavalos, também estão representadas cabras e búfalos, e uma das rara representação humana da arte pré-histórica.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Alquezar - Espanha

Sempre que pode, a Celina vai dar uma voltinha, felizmente pode fazê-lo bastantes vezes. Em Setembro foi até Aragão e há poucos dias até à Andaluzia. Inveja!! Em Setembro enviou-me este postal de Alquezar. Nunca tinha ouvido falar mas parece um local muito bonito e interessante. 

Ediciones Sicilia S. A. 
Alquezar é uma vila com influências árabes, situada no desfiladeiro do Rio Vero, no parque nacional da Serra de Guara.
O nome vem do Árabe, que significa fortaleza. O povoado originou-se de um castelo que abrigava sua população dentro da fortificação, com o tempo a população foi aumentando e foi necessário expandir para fora das fortificações até chegar no modelo que está praticamente intacto até hoje.
Com características medievais, as grandes atracções de Alquézar são a vila em si e perder-se pelas ruelas a pé. Não são permitidos veículos na vila.  
O traçado da vila é tipicamente muçulmano, ruas estreitas e altas, para proteger a população do vento e sol.
Pertence à rede das Aldeias mais bonitas de Espanha.

domingo, 8 de outubro de 2017

Símbolos do Caminho de Santiago

O Caminho de Santiago é algo que eu gostaria de fazer mas não me parece que vá acontecer. Para o fazer sozinha, o meu péssimo sentido de orientação era capaz de não ajudar e para o fazer acompanhada, não estou a ver com quem. Talvez um dia. 
O Óscar também tem essa vontade e enquanto não faz este caminho, vai fazendo o caminho de volta a Portugal umas vezes por ano, aproveitando sempre para comprar postais. 

© Ediciones A. M. Fotos: N. Benitez; P. Bucero; A. Murillo; A. Badía y D. Acevedo
Alguns símbolos do Caminho de Santiago.
* Vieira Estilizada - Símbolo universal como identificação do Caminho de Santiago. Sendo um elemento de identificação, representa esquematicamente a convergência dos vários caminhos europeus para a cidade de Santiago de Compostela. Em algumas situações, a viera estilizada, para além de elemento identificador, pode assumir-se como elemento orientador do percurso para o peregrino. Neste último caso, a aplicação deste símbolo poderá ser posicionada mediante a direcção a seguir;
* Cruz de Santiago - é uma cruz latina simulando um lírio em forma de espada. Acredita-se que tenha tido origem no tempo das cruzadas, quando os seus cavaleiros usavam pequenas cruzes com a parte inferior afiada para pregá-las no chão e realizar devoções diárias. Os três lírios representam a honra irrepreensível que refere-se a traços de carácter moral do apóstolo Tiago. A espada representa o carácter nobre de São Tiago e o modo como foi martirizado, decapitado por uma espada. Também pode simbolizar, em certo sentido, tomar a espada em nome de Cristo. Em particular é o emblema do séc. XII da Ordem de Santiago, com o nome em referência ao santo padroeiro da Espanha, Santiago;
* Seta Amarela - Símbolo muito popular entre os actuais peregrinos como um elemento orientador do percurso a seguir. Elías Valiña, padre em Cebreiro (Espanha), foi o pioneiro na aplicação de uma sinalização por meio de setas amarelas como apoio aos peregrinos que se perdiam nesta localidade. Nos dias de hoje a utilização da seta amarela está presente em quase todos os caminhos rumo a Santiago de Compostela. Por esta razão, este símbolo tornou-se universal junto dos peregrinos de Santiago. - in: http://www.caminhosantiagoviana.pt/simboloserituais.html

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Forte da Graça - Elvas

Foi em 2012 que Elvas entrou para a lista do Património Mundial e foi nesse mesmo ano que lá fui participar num encontro de Natal. Na altura não foi possível visitar este forte por estar encerrado devido a necessárias obras de requalificação. Só em 2015 reabriu as portas ao público. 
Quem quiser visitar o forte optando por uma visita guiada, pode fazê-lo com a Alice, quem me enviou o maravilhoso 1º postal e que trabalha no forte há 2 anos. O 2º postal foi enviado pelo Eurico. 

© Sergiy Scheblykin 2016 * Iberian Landscapes
PT-541987, enviado pela Alice.
Também conhecido por Forte Conde de Lippe, o Forte da Graça situa-se no monte com o mesmo nome, um dos mais altos da região e de grande importância estratégica-defensiva, a cerca de 1km de distância a norte da cidade de Elvas. 
Esta obra-prima da arquitectura militar Europeia foi mandada construir pelo rei D. José I, iniciando-se os trabalhos de construção em 1763, sendo inaugurado em 1792, já no reinado de D. Maria I. 
Erguido numa zona que vinha sofrendo muito com os ataques inimigos, nomeadamente das forças Espanholas, o Forte da Graça resistiu ao ataque das tropas espanholas durante a Guerra das Laranjas (1801), e ao bombardeamento infligido pelas tropas francesas do general Soult, no contexto da Guerra Penins.ular (1811). 

O Forte da Graça é constituído por três linhas de defesa, incluindo no seu interior diversas dependências, como casernas, capela, a casa do governador, uma grande cisterna, canhoeiras, entre muitas outras. 
Parte integrante da Praça-forte de Elvas, cidade que desde cedo se tornou um importante bastião estratégico, o Forte da Graça foi construído no local onde antes de encontrava a antiga Ermida de Santa Maria da Graça, e está classificado desde 1910 como Património Nacional. - in: https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-forte-da-graca-20171

Igreja Matriz da Lourinhã

Enquanto professora, a Leninha já deu aulas em vários locais. Este ano voltou a ter de se mudar e agora o seu código postal é da Lourinhã, de onde ela mandou este postal com a Igreja Matriz, também conhecida como Igreja de Santa Maria do Castelo. 

A igreja foi construída na segunda metade do séc. XIV, tendo sido classificada como Monumento Nacional em 1922. 
Pensa-se que no local onde se encontra a Igreja, já os Muçulmanos teriam construído uma fortificação aquando a sua ocupação do território.
O templo foi construído em duas fases, a primeira atribuída a D. Jordan, 1º donatário da Lourinhã, e a segunda a D. Lourenço Vicente, Arcebispo de Braga, natural da Lourinhã e seu donatário. 
A igreja é constituída por uma nave central, duas laterais e uma abside poligonal, sendo a nave central mais elevada e alargada, separada das laterais por oito arcos de ogiva com decoração vegetalista. 
Na nave lateral sul há uma torre sineira, construída no século XVII. - in: https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-igreja-de-santa-maria-do-castelo-17317