quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Ermida de Nª Srª da Guia - Albufeira

Mais um interior de uma igreja mas este bem mais pequeno e modesto. 
A Gracinha foi passar férias ao Algarve e enviou-me este postal da Ermida de Nª Srª da Guia. 

Dispalag ®
Tudo aponta para que esta Ermida seja anterior ao século XVI, mas com o terramoto de 1755, ficou parcialmente destruída. Tem sofrido sucessivos melhoramentos, dos quais se destaca o do primeiro quartel do século XVIII, altura que foi colocado o actual retábulo em talha dourada, é considerada um importante testemunho do Barroco no Algarve e constitui, sem dúvida, um dos mais importantes monumentos de valor artístico do Concelho de Albufeira.
Apesar do reduzido espólio, o seu interior encontra-se parcialmente revestido de azulejos policromados, salientando-se a imagem da padroeira, datada de meados do século XVII. - in: http://www.cm-albufeira.pt/portal_autarquico/albufeira/v_pt-pt/menu_turista/concelho/patrimonio/guia/

Mosteiro dos Jerónimos

Todos concordamos que o Mosteiro dos Jerónimos é um monumento fantástico, como se pode ler no site da UNESCO, exemplifica a arte portuguesa no seu melhor. 
Já vi os mosteiro umas quantas vezes mas ao interior, para além da igreja, só fui uma vez. Ao chegar ao coro alto fiquei literalmente de boca aberta. Que maravilha!!
E esta maravilha de postal, foi enviado pela Margarida. 

Fotógrafo: Luís Pavão
A Igreja de Stª Maria de Belém apresenta uma planta em cruz latina, composta por três naves à mesma altura (igreja salão), reunidas por uma única abóbada polinervada assente em seis pilares de base circular. 
Quando se entra, encontram-se os túmulos de Vasco da Gama (sub-coro esquerdo) e de Luís de Camões (sub-coro direito), ambos do século XIX, do escultor Costa Mota (tio). Continuando, na parede norte, podem apreciar-se os confessionários e, no lado sul, os janelões decorados com vitrais da autoria de Abel Manta e execução de R. Leone (já do século XX).    
A abóbada do cruzeiro cobre, de um só voo, uma largura de 30 metros. Representa "a realização mais acabada da ambição tardo medieval de cobrir o maior vão possível com o mínimo de suportes" (Kubler). Neste espaço livre, em que se encontra toda a simbologia régia, a profusão de ornatos atinge o seu auge.
No braço esquerdo do transepto estão sepultados os restos mortais do Cardeal-Rei D. Henrique e os dos filhos de D. Manuel I. No braço direito do transepto encontra-se o túmulo do Rei D. Sebastião e dos descendentes de D. João III. - in: http://www.mosteirojeronimos.pt/pt/index.php?s=white&pid=209

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Lisboa

Apetece dizer: "Lisboa menina e moça, menina..." 
Lisboa não é a menina dos meus olhos mas é uma bela cidade. Nas últimas semanas recebi estes dois postais de lá. O 1º enviado pela Cristina e o 2º pela Ninocas.  

© New Jamp, Lda
Quando há encontros em Lisboa, o Rossio costuma ser um dos locais escolhidos para o pessoal se reunir. 
Para além de ponto de encontro de postcrossers esta praça também já assistiu a touradas, festivais, feiras, revistas e paradas militares, festas cortesãs, revoluções populares e também a autos-de-fé durante a Inquisição ou execuções capitais. Foi no Rossio que se deram os tumultos populares depois da morte de D. Fernando e que foi abandonado o cadáver do bispo D. Martinho, precipitado das torres da Sé de Lisboa. Aí foi queimado vivo Garcia Valdez, autor de uma conspiração contra o Mestre de Avis, e aí foram decapitados em 26 de agosto de 1641, o Duque de Caminha, o Marquês de Vila Real e o Conde de Armamar, réus do mesmo crime em relação a D. João IV. Finalmente, nas lutas liberais e miguelistas, foi aqui o teatro do sufocado pronunciamento constitucional de infantaria 4, em 22 de agosto de 1831, em que morreram para cima de 300 homens.
Entre 1846 e 1849 na praça é construído o Teatro D. Maria II, a praça é arborizada, as fontes monumentais colocadas, a estátua de D. Pedro IV inaugurada, o pavimento é calcetado com mosaico português, a preto e branco, com padrões ondulantes. Foi um dos primeiros desenhos desse tipo a decorar os pavimentos da cidade. - in: wikipédia

Rufino & Rufino, Lda
Mais umas vistas de Lisboa: Elevador de Stª Justa, Praça Luís de Camões, Largo do Carmo e Ruínas do Convento do Carmo. 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Encontro 8º Aniversário do Postcrossing

Foi no passado dia 14 de Julho que se realizou mais um encontro de aniversário do Postcrossing, o 8º. Com muita, muita pena minha, não pude ir até Aveiro festejar. 
Não estive eu mas estiveram alguns dos "habitués" nestas andanças e algumas caras mais ou menos novas. Os "habitués" foram a Paula, a Vitória, o Miguel, a Ninocas e o Duarte, o Zé "Pombal" e o Zé Guedes. Os mais novatos nestas coisas foram a Catarina, a Edite, a Ana Sofia e a filha Mafalda, a Rita Oliveira, a Edite e mais uma Ana. 

 © Composición y diseño: EDITORIAL FISA ESCUDO DE ORO, S. A. 
Como já disse uma vez, convém que alguém não vá aos encontros para que quem vai tenha para quem enviar postais. Eu não me posso queixar, recebi uma mão cheia deles. Este foi enviado pela Vitória. 
Quatro destes postais têm 3 coisas em comum, o Canal Central, a ria e os moliceiros.
O Canal Central da Ria de Aveiro percorre o centro da parte baixa da cidade, desde o jardim do Rossio até ao antigo edifício da Capitania do Porto de Aveiro. 

 Fotografia: Oswaldo Santos
A ria é o resultado do recuo do mar, com a formação de cordões litorais que, a partir do século XVI, formaram uma lagoa que constitui um dos mais importantes e belos acidentes hidrográficos da costa portuguesa.
O Zé Guedes enviou este postal.

 Forways, Lda
A Ninocas e o Duarte enviaram esta vista nocturna do Canal central com alguns moliceiros.
 Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos. - in: wikipédia

 Guia Turístico do Norte, Lda
O barco moliceiro é distinguido pelo elegante exotismo da sua proa estilizada e sobre erguida, e pela sua alegre decoração de cores garridas e apelativas, onde são profusamente utilizados os elementos marinhos e rurais. De igual modo, é também característica a presença de uma legenda em cada moliceiro, com dizeres de carácter único e cheios de graça, tendo como limite apenas a imaginação do seu autor. - in: http://www.jf-pardilho.pt/barco_moliceiro.asp?nav=bmol&id=1
Este foi enviado pelo Zé "Pombal".

Nunes de Almeida Editores 
O Miguel talvez tenha achado que já tinha postais suficientes de Aveiro e enviou-me este de Barcelos com a Igreja Matriz e uma cruz da Festa das Cruzes.
 A construção da igreja iniciou-se na segunda metade do século XIV, foi ordenada por D. Pedro, o 3.º Conde de Barcelos, cujas armas estão gravadas nas arquivoltas do portal principal. É um edifício com cariz de transição do românico para o gótico. Foi bastante transformada ao longo dos séculos XV a XVIII. No século XX, foi-lhe restituída a rosácea. No lado sul da sua fachada possui uma torre sineira que data do século XVIII. - in: http://www.cm-barcelos.pt/visitar-barcelos/conheca/centro-historico

domingo, 18 de agosto de 2013

Farol das Contendas - Terceira

Durante a minha visita à ilha Terceira, o ano passado, a Lurdes levou-me até ao Farol das Contendas e foi ela que me enviou este postal. 

Fotografia: Rodrigo Bento
Farol estabelecido em 1934 na parte sudoeste da ilha Terceira, na zona denominada Ponta das Contendas. Trata-se de uma torre prismática com treze metros de altura e 54 de altitude em relação ao mar, ao qual se adossa um edifício anexo. - in: http://www.igogo.pt/farol-das-contendas/

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

PT RR - Grupo 83 - Igrejas

Ainda no RR da comunidade em português, agora tenho postais de igrejas da Espanha e Bélgica. 

Edita: Picu Urriellu * Diseño; Javier Cruz * Fotografia: Juanjo Arrojo
O outro José do grupo, o Pombal, enviou um postal de Espanha com a catedral de Oviedo. 
A Catedral de Oviedo é uma catedral de estilo gótico que se encontra na cidade de Oviedo, nas Astúrias, Espanha. É conhecida também como Sancta Ovetensis, referência à qualidade e quantidade das relíquias que contém. Está consagrada a São Salvador. - in: wikipédia
A sua construção começou no século XIII e prolongou-se por 3 séculos, até a sua torre estar termonada em meados do século XVI. 
Durante o século XVII ainda foram construídas alguma capelas e naves laterais.

© Uitg. Thill
Para este grupo dedicado às igrejas, a Lieve enviou este postal da Igreja de São Pedro em Leuven, Bélgica. 
Já estive em Leuven, vi esta igreja mas não esta parte dela. A área em volta estava em obras e havia buracos, máquinas e andaimes por todo o lado. Lá se foram as fotos.
Esta igreja foi construída no século XV em estilo gótico brabantino.
Em 1458, um incêndio afectou as torres românicas que ladeavam o lado ocidental da igreja. Seguiu-se um plano mas a recuperar mas tal não chegou a acontecer. 
Em 1505 surgiu um outro plano que visava erguer três torres colossais de pedra. Contudo a instabilidade do solo e a falta de fundos, tornaram o plano impraticável.  A torre central chegou a menos de um terço da sua altura pretendida e o projecto foi abandonado em 1541. A altura da torre foi ainda mais reduzida por colapsos parciais entre 1570 e 1604. Actualmente a torre principal mal passa do cimo do telhado.
Apesar de inacabadas, as torres são umas das 56 torres e campanários da Bélgica e da França na lista de Património Mundial da Unesco desde 1999.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

PT RR - Grupo 80 * Castelos/Palácios

Num RR onde se fala e escreve português, recebi postais de Portugal, Itália e Bélgica. 

Desenho de Jorge Braga da Costa
Desconhecia a existência deste palácio em Mangualde. O postal foi enviado pela Ana Sofia.
O Palácio dos Condes de Anadia, em Mangualde, tem as suas origens no século XVII. 
Em princípios do século XIX, o Palácio de Mangualde era conhecido por “Casa dos Paes do Amaral” mas, pelo casamento de Manuel Paes de Sá do Amaral de Almeida e Vasconcelos Quifel Barbarino, 10º Senhor da Casa dos Paes do Amaral, com sua sobrinha D. Maria Luiza de Sá Pereira de Menezes de Melo Sotomaior, 3ª Condessa de Anadia, passou a ser conhecido por “Palácio Anadia”.
Várias figuras históricas passaram por este Palácio, como o Marechal Massena, comandante do exército francês que, em 1810, invadiu Portugal pela terceira vez, ou o rei D. Luiz I, que o visitou em 1882.
Caracterizado por uma marcante fachada ocidental, pelas suas cantarias, azulejos setecentistas, e obras de pintores como Pellegrini, Giagenti, ou Lanzarotto, o Palácio Anadia é, em Portugal, um dos mais importantes exemplos da arquitectura senhorial setecentista, e está classificado como “Imóvel de Interesse Público”. - in: http://www.casaanadia.pt/index.php/pt/quintas/historia-do-palacio-dos-condes-de-anadia

Idizioni I. ANCORA
O Zé Pombal enviou-me um postal de Verona com o castelo da cidade, conhecido como Castelvecchio. É a mais importante construção militar da dinastia Scaliger que governou a cidade na idade média. O castelo foi pensado para ser o centro de todo um sistema defensivo, e a sua torre de menagem funcionava como centro do controlo visual da cidade.
 O castelo é rodeado por um fosso.
O Castelvecchio é hoje utilizado como museu, com o nome de Museo Civico di Castelvecchio. 

© Uitg. Thill.
"Oh não, este castelo outra vez!" - devem estar vocês a pensar. Sim, é o Het Steen em Antuérpia, mas não, não vou voltar a falar dele. Vou só dizer que aquela estátua de Lange Wapper, um gigante cujo passatempo preferido era aterrorizar os habitantes da cidade. 
O postal foi enviado pela Lieve.