quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

PT RR - Grupo 70 * Igrejas

Depois dos castelos e dos desejos, chegou a vez do grupo dedicado às igrejas. E neste grupo recebi postais de 3 países, Portugal, França e Brasil.


Para este grupo o Manú "sapic12" enviou-me este postal do Largo do Toural em Guimarães, onde se situa a Igreja de S. Pedro. Esta igreja foi mandada construir em 1737 e foi feita com grande simplicidade e sem qualquer arquitectura. Foi depois aumentada, sofreu algumas alterações e os trabalhos terminaram em inícios do século XX, embora o templo ainda não esteja totalmente edificado.


Foto: Jo Labbé

A Gracinha disse que o seu stock de igrejas portuguesas está a acabar e por isso enviou um postal de França, o meu 1º de Nantes.

O postal mostra parte da catedral, cuja construção se iniciou em 1434 e terminou 457 anos depois em 1891, a coluna Luís XVI, a Porta de São Pedro e a Casa Montaudouin.

Foto: Sérgio Mourão

Mais um postal da Igreja de S. Francisco de Assis em Belo Horizonte enviado pelo Luciano.

Para além do Luciano, mais umas quantas pessoas assinaram o postal, isto porque no passado dia 28 de Janeiro, realizou-se o 1º Enconstro Postcrossing em Belo Horizonte.

Participaram o Luciano, o Estevão, a Cynthia, Maria Adircilia, o Sérgio, a Helena, Walcar e o Célio Andrade.

PT RR - Grupo 67 * Eu desejo

Mais postais de um grupo do RR em português. Este foi o grupo dos desejos e os meus costumam ser sempre os mesmos, castelos, igrejas e Unesco. Recebi um convento, que faz as vezes de uma igreja, um castelo e um castelo + Unesco.

Edição Casa das Recordações

Mais um postal de Guimarães enviado pelo Manú mas este ainda não o tinha. Mostra o Convento de Santo António dos Capuchos.
Duas fases distintas marcam a história deste edifício: na primeira, foi convento dos frades Capuchos; na segunda, hospital da Misericórdia de Guimarães.
Chegados a Guimarães em 1662, logo no ano seguinte os Capuchos iniciaram a construção do Convento de Santo António, no exterior das muralhas, tendo a primeira pedra sido lançada pelo Prior da Colegiada, D. Diogo Lobo da Silveira, antigo Provedor da Misericórdia. O facto de aproveitarem a pedra do Paço do Castelo e da Muralha da Vila, obtida por autorização régia em 1664, provocou a contestação dos nobres e do povo da vila, pelo desrespeito ao património histórico. A obra foi continuada com a ajuda de esmolas, e, quatro anos depois, os frades instalam-se no convento inacabado.
Extintas as ordens religiosas, a Misericórdia arrematou o edifício do convento em hasta pública, no ano de 1842, pela quantia de 1 600 mil réis, seguindo a concessão da Rainha D. Maria II. Pretendia aí instalar o seu hospital, e na cerca um jardim botânico e cemitério para os irmãos. O hospital abriu ao público em1844.
Em 1974 a história do Hospital de Santo António dos Capuchos segue outro caminho, quando a sua administração passou para o Estado Português, mantendo a actividade no edifício do extinto convento até 1995, data da inauguração do Hospital de Nossa Senhora da Oliveira. - in:
http://www.scmguimaraes.com/conventosac.php

Eu já tinha este postal, enviado pela Gracinha, mas estava em branco. Daí não haver problema.

Aqui temos a torre de menagem do Castelo de Tomar, o Convento de Cristo e ainda a charola da Mata Nacional dos Sete Montes.

A construção do Castelo de Tomar iniciou-se em 1160, pela mão dos templários.

Com a extinção da ordem em 1312, o rei D. Dinis, entregou Tomar à Ordem de Cristo, de que viria a ser governador o Infante D. Henrique, que terá residido neste castelo.


Classificado como Monumento Nacional encontra-se bem conservado.

Francisco Mas, Lta


Não tenho a certeza se já tinha ou não algum postal do Castelo de Silves, mas penso que não. Ok, já descobri. Tenho outros dois postais de Silves, com várias vistas da cidade onde aparecem algumas imagens do castelo. Assim, este enviado pela Leninha, é de facto o meu 1º postal do castelo de Silves.

A construção do Castelo de Silves, considerado, o maior da região algarvia e o melhor exemplo da arquitectura militar islâmica existente em Portugal, é situada no século XI.
O rei D. Sancho I, conseguiu uma primeira conquista deste castelo, com o auxílio de cruzados Ingleses e Alemães, que fizeram capitular a praça ao fim de um longo cerco. Todavia a investida árabe, em 1191, que chegou ao rio Tejo, voltou a colocar Silves nas mãos dos muçulmanos.
Foi no reinado de D. Afonso III, por volta de 1250, que Silves passou definitivamente para as mãos portuguesas, a que se seguiram obras de recuperação do castelo, o que terá acontecido também com o rei D. Manuel I, já em 1500.
O terramoto de 1755, provocou muitos estragos, mas actualmente é considerada como um dos mais bem conservados monumentos nacionais, graças à obras da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.
Este castelo de paredes vermelhas, devido ao revestimento em grés vermelho existente na região, está situado no cimo da colina, rodeado por uma cortina de muralhas com onze torreões, ocupando uma área de doze mil metros quadrados.
Na alcáçova existem duas cisternas, a Cisterna Moura, com cerca de dez metros de altura, cuja abóbada é sustentada por cinco arcos assentes em colunas e a Cisterna dos Cães, um poço com cerca de sessenta metros de profundidade. - in:
http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-castelo-de-silves-14007

PT RR - Grupo 64 * Castelos

Há dias comecei a fazer um album com os meus postais de castelos, assim como um documento para contabilizar de quantos castelos portugueses tenho postais e quantos deles já visitei.

Destes 3 aqui já tinha postais de 2 deles, Castelo dos Mouros e Guimarães, mas já os visitei a todos, incluindo o de Arnóia em Celorico de Basto.

Edição da Associação de Municípios do Baixo Tâmega

Em 2010 acampei em Celorico de Basto. Da cidade não vi grande coisa mas visitei o Castelo de Arnóia. Não vi postais em lado nenhum mas, mais uma vez, a Vitória descobriu algo que eu ainda não tinha. Para além do castelo, este postal também mostra o Jardim do Solar do Gandarela.

O Castelo de Arnoia, também conhecido como Castelo dos Mouros ou Castelo de Moreira, ergue-se na povoação e freguesia de Arnoia, concelho de Celorico de Basto.

O local onde se situa o castelo, é apontado como sendo habitado desde a época da ocupação romana de Península Ibérica, mas o actual castelo só deverá ter sido construído em finais do século X.


As primeiras referências seguras sobre a existência da fortificação surgem no reinado de D. Dinis, face a uma contenda com o alcaide deste castelo, com este rei a arrendar os domínios de Celorico de Basto a Martim Joanes, em 1282, fazendo parte do contrato a escolha de um alcaide para o castelo.


No reinado de D. Manuel I, em 1520, é concedido foral a Celorico de Basto e a sede do concelho era em Arnóia, o que se manteve até 1719, no reinado de D. João V.


Classificado como Monumento Nacional, tem beneficiado de obras de consolidação e restauro a cargo do IPPAR.


De modestas proporções, o castelo está edificado sobre planta rectangular, tem a porta de entrada defendida pela Torre de Menagem, na praça de armas tem uma cisterna. - in: http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-castelo-de-arnoia-15849


Jamp - Edições Turísticas, Lda * Foto: Andrés Murillo


Apesar de no último ano ter estado 2 vezes em Sintra, a minha única visita ao Castelo dos Mouros foi há mais de 10 anos. Este postal foi enviado pela Tanea.

Antigo castelo de provável fundação muçulmana, durante o séc. IX, no qual nunca se travou nenhuma batalha. De facto, tanto os ocupantes muçulmanos como cristãos rendiam-se invariavelmente após a conquista de Lisboa pelo lado oposto, apesar da aparente invulnerabilidade do Castelo.
Tal facto deve-se à sua função, que não era tanto a da defesa da vila e sim de defesa e vigilância de Lisboa e arredores, conjuntamente com outras vilas do termo de Lisboa. Em 1154, D. Afonso Henriques concede carta de foral à vila.
Com o contínuo avanço da Reconquista para Sul, o Castelo dos Mouros perde a sua importância estratégica, acabando por ser totalmente abandonado durante a Segunda Dinastia. Nos finais de quatrocentos apenas habitavam o sítio do castelo alguns judeus, segregados do resto da comunidade por ordem régia e até esses acabaram por sair devido à expulsão das minorias étnicas e religiosas. À ruína devida à passagem do tempo, juntou-se a provocada pelo terramoto de 1755. No séc. XIX, D. Fernando II aforou a velha fortaleza e procedeu ao seu restauro integral. Como acontece com quase todos os vestígios monumentais sintrenses mais remotos, pouco é já o que pode ser observado que seja de origem. Do que hoje se vê, apenas a base das torres e as muralhas remontarão à fundação inicial. - in:
http://www.cm-sintra.pt/Artigo.aspx?ID=2908

Edição Casa das Recordações

E no Castelo de Guimarães estive, pela última vez, em 2010.

O postal foi enviado pelo Manú "sapic12".

Castelo de Arraiolos

Há dias a Vitória fez anos e para comemorar a data decidiu enviar postais. Eu recebi este do castelo de Arraiolos. Este castelo destaca-se por ser um dos raros castelos de planta circular, no mundo.

© Michael Howard Photography www.mikehowardphoto.com

O castelo de Arraiolos, tem como período aceite para a sua construção, o reinado de D. Dinis, por volta de 1310, sendo doado a D. Nuno Álvares Pereira, em 1387, que também recebeu o título de Conde de Arraiolos.

No reinado de D, João IV, em plena época da Restauração da Independência, o castelo foi remodelado, mas algumas décadas depois estava ao abandono e o terramoto de 1755, completou a ruína que já apresentava.


Depois de em 1910, ser classificado como Monumento Nacional, foram executadas obras de recuperação, a cargo da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. - in: http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-castelo-de-arraiolos-13948

US-1518324

Nos últimos dias recebi uns quantos postais de faróis. Há dias chegou este oficial dos EUA com este farol no estado do Oregon.

Foto: Jean Carter

US-1518324, enviado pela Audrey.

O Farol do Cabo Branco situa-se no Cabo Branco, na costa sudoeste do estado do Oregon.

A proposta para a sua construção foi apresentada em 1864 e entrou em funcionamento em 1870.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Unescos da Austrália

Estes foram os últimos postais de locais Unesco novos que recebi. Nos próximos tempos não prevejo a chegada de mais :( Pode ser que me engane.

Estes dois são da Austrália, das ilhas Macquarie, Património Mundial desde 1997, e Lord Howe, na lista desde 1982.

Ambos os postais foram enviados pelo Castor.

Foto: Graeme Beech

A ilha Macquarie é uma possessão peri-antárctica da Austrália no Oceano Antártico, localizada a 1500 km a sudeste da Tasmânia, a meio caminho entre Austrália e o continente antárctico. A ilha tem 34 kms de comprimento máximo e 5 kms de largura máxima, com uma área de 128 km².

A ilha é a parte exposta de uma cumeada da cordilheira Macquarie, elevada até à posição actual devido a movimentos das placas tectónicas Indo-Australiana e do Pacífico. É um local de importante significado ambiental, sendo o único local da terra onde rochas do manto terrestre, normalmente 6 km abaixo do nível do oceano, se encontram expostas. Esta exposição mostra excelentes exemplos de pilares de basalto e outras rochas extrusivas. - in: wikipédia

Foto: John Butler

O Arquipélago de Lord Howe é composto por apenas uma ilha, a Ilha de Lord Howe, que se localiza no Mar da Tasmânia, a cerca de 600 km da costa da Austrália.

A ilha de Lord Howe, de origem vulcânica, foi formada há sete milhões de anos. Foi descoberta em 1788 pelo Comandante Lidgbird Ball. Em 1982 foi considerada Património Mundial da Humanidade pela UNESCO e desde então tem-se tentado preservar a sua genuinidade e riqueza ecológica.

A ilha de Lord Howe, com 57 km², conta com 350 residentes permanentes.

A Unesco tenta reduzir ao máximo a intervenção humana nesta ilha de modo a preservar todo o seu ecossistema, pois em 1788 havia quinze espécies de aves exclusivas da ilha e em 1834, altura em que colonizaram a ilha, nove das espécies já estavam extintas. Pensa-se que tal efeito se deve ao rato-preto muito existente nos navios da altura e que passou a alimentar-se vorazmente dos ovos destas aves, impedindo a sua continuidade. Outra ameaça foi a introdução dos porcos, que mais tarde tiveram que ser eliminados da ilha pois ameaçavam a continuidade de uma espécie única, o Gallirallus sylvestris (um frango-de-água exclusivo da ilha, não-voador). Neste momento encontram-se sob um plano de conservação que se tornou no mais eficaz e com mais sucesso em todo o mundo, pois em 1920 existiam apenas 20 representantes da espécie e neste momento existem cerca de 200. A riqueza e unicidade desta ilha não se limitam às aves, pois possui 241 espécies diferentes de plantas nativas, das quais 105 são exclusivas da ilha. - in: wikipédia

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

CN-510169

Tive de investigar um bocadinho para descobrir o nome desta capela mas acabei por descobrir. Trata-se da A Capela de Nossa Senhora da Penha, localizada na Colina da Penha em Macau.

CN-510169, enviado pelo Danbo.

A Capela de Nossa Senhora da Penha, também conhecida como a Ermida de Nossa Senhora da Penha e como a Capela de Nossa Senhora do Bom Parto, foi construída em 1622 (ano da invasão holandesa a Macau) pela tripulação e passageiros de um barco que quase havia sido capturado pelos holandeses, por cima de uma colina, ao lado do baluarte de Nossa Senhora do Bom Parto. Antigamente, a capela servia como local de peregrinação para marinheiros católicos que embarcavam para uma viagem perigosa.

A capela foi completamente reconstruída, juntamente com o paço episcopal (residência do bispo de Macau), em 1837, continuando a manter a sua traçada simples. Em 1892, a capela começou a ser ampliada, depois de ser demolido o baluarte. Em 1935, o Bispo Cardeal D. José da Costa Nunes completou a amplificação e reedificação da capela e inaugurou a magnífica torre sineira.

No adro da capela foi erguida uma estátua da Nossa Senhora do Bom Parto, feito em mármore, de mãos fechadas, de face serena e olhando para o mar, como se ela estivesse a oferecer protecção aos marinheiros e pescadores, sendo essa a razão por que lhe foi dada o nome de "Bom Parto". - in: wikipédia