quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Palácio de Westminster - Londres

Londres é uma sugestão da Paula para uma viagem em 2014. Talvez, talvez. Não sei porquê, não está no topo da minha lista, mas seja em 2014 ou depois, vou querer lá ir.
Para me ir entusiasmando com a ideia, a Paula enviou-me este touch com um dos ex-libris da cidade, o Palácio de Westminster, também conhecido como Casas do Parlamento.
O palácio situa-se na margem norte do Rio Tamisa. É neste palácio que estão instaladas as duas Câmaras do Parlamento do Reino Unido (a Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns).

O palácio é um dos maiores Parlamentos do mundo, constituindo um dos ex-libris de Londres, o que faz dele um dos edifícios mais célebres do planeta.
O esquema do palácio é intrincado, com os edifícios existentes a conterem mais de 1000 salas, 100 escadarias, e 3 milhas (5 km.) de corredores. Apesar da maior parte da construção datar do século XIX, entre os edifícios originais do Palácio encontra-se o Westminster Hall, usado actualmente para importantes cerimónias públicas, tal como os Funerais de Estado, e a Torre da Jóia (Jewel Tower).
O controle do Palácio de Westminster e do seu recinto foi exercido durante séculos pelo representante da Rainha, o Grande Lord Camareiro (Lord Great Chamberlain). Por acordo com a Coroa, o controle passou para as duas Câmaras em 1965. Certas salas de cerimónia continuam a ser controladas pelo Grande Lord Camareiro.
Depois de um incêndio em 1834, as presentes Casas do Parlamento foram reconstruidas nos 30 anos seguintes. Foram obra do arquitecto Sir Charles Barry (1795-1860) e do seu assistente Augustus Welby Pugin (1812-1852). O desenho incorporou o Westminster Hall e o que restava da capela de St Stephen.
Todos os cidadãos britânicos têm o direito tradicional de pedir para verem os seus membros do Parlamento, encontrando-se no decoradíssimo Salão Central (Central Lobby). Durante as reuniões do Parlamento é possível assistir aos debates a partir da Galeria dos Estranhos (Strangers' Galleries). Até a Rainha está sujeita a restrições. Durante a Estado de Parlamento Aberto (State Opening of Parliament) a soberana deve sentar-se no trono entre os Lordes enquanto o Primeiro-Ministro e os membros do Gabinete são convidados a entrar pela Câmara dos Comuns - um costume que remonta à intrusão arbitrária de Carlos I para pedir a prisão de cinco membros do Parlamento, tendo, no entanto, falhado no seu propósito.
A UNESCO classificou o Palácio de Westminster, juntamente com a vizinha Abadia de Westminster e a Igreja de Santa Margarida, como Património Mundial. - in: wikipédia

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